Vídeo: A Moda do Minimalismo.

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Você já notou como o minimalismo “está na moda”? Eu também…

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Carter’s vs. Child of Mine: tem difereça?

Spoil Allert: Não tem diferença.

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Chegou a hora de fazer o enxoval de bebê? Está pensando em como comprar Carter’s no Brasil? Então você precisa ler este post…

No início de março dei a dica de comprar roupas de bebê da marca Child of Mine made by Carter’s, no site do Walmart Brasil*. Hoje venho mostrar para vocês algumas das últimas compras e fazer uma comparação entre as roupas da marca com as roupas da Carter’s compradas nos Estados Unidos. É importante ressaltar que as roupas da Child of Mine são uma linha produzida pela Carter’s para ser vendida exclusivamente pela rede Walmart. São um pouco mais baratas que as peças da Carter’s, se não me engano, e distribuídas também pelo Walmart Brasil.

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As primeiras roupas que comprei, em janeiro de 2016, tinham a “etiqueta” impressa diretamente na roupa, como acontece nas roupas da Child of Mine compradas nos Estados Unidos. Já as recentes estão com uma etiqueta em português, nos moldes brasileiros, embora a etiqueta de papel ainda esteja escrita em inglês.

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Lembro que achei incrível a possibilidade de comprar a marca no Brasil, da comodidade da minha casa e ainda receber via transportadora pagando um frete muito bom (em geral  R$4,99 para S e SE)… Além disso, o preço das peças é muito bom. Com raras exceções, sempre tem peças em promoção. Embora as peças promocionais não costumam ser as “novidades” da marca, ainda são muito fofas e funcionais, claro.

Confere abaixo o que andei comprando…

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A marca, tanto Carter’s quanto Child of Mine, é conhecida por suas peças básicas de bom preço e qualidade. Normalmente você não encontra peças muito elaboradas, embora a Carter’s tenha até vestido de festa. No entanto, os mais entendidos dizem que você encontra roupas mais “arrumadinhas”, como em jeans e tecidos finos, de melhor qualidade em outras marcas e pelo mesmo preço. Como meu estilo de roupas para bebês não inclui nem plumas nem paetês, eu me identifico muito com o que a Carter’s tem a oferecer.

Além de bom preço e qualidade, a Carter’s produz roupas mágicas. Eu digo mágicas porque a maioria dos bodies de bebê tem a característica de acompanhar o crescimento da criança. Não sou só eu que notei, não. A Lu Ferreira do blog/canal Chata de Galocha também acha. Mas voltando ao meu caso, as primeiras roupinhas que comprei da marca Child of Mine foram dois kits: um kit de duas calças e um kit de três bodies, combinando. Se não me engano o primeiro foi R$39,90 e o segundo $49,90, em promoção do valor original R$59,90. Eu não sei vocês, mas eu acho R$20 um preço muito bom por peça de roupa infantil. Quando estava grávida via peças básicas de R$30-35. E olha que não eram de marcas conhecidas e nem peças mágicas! Haha. Eu posso afirmar pra vocês que um desses bodies eu usei até os seis meses da Stella e tenho uma foto dela com um deles aos oito meses, mas já usando o extensor de body, um grande amigo das mamães.

Acredito que nesse valor de R$20 a peça com uma qualidade razoável, só encontro na loja Clube do Dino. Mas a qualidade é bem inferior aos produtos da Carter’s. Além disso, para mim, o fato das roupas da Carter’s e Child of Mine poderem ir à secadora de roupas é uma super vantagem. Moro num lugar muito úmido, então uso muito a secadora e, embora muitos digam que secadora de roupas estrague as roupas, eu vou me arriscar a dizer que estraga apenas roupas de qualidade duvidosa, pois os bodies da Carter’s estão todos inteiros! Outra peça que fica super inteira são as peças atoalhadas. Já as de fleece (poliéster) não se mantém tão bonitas por tanto tempo, além dessas não serem mágicas.

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Outra vantagem da marca é o valor de repasse. Se você entrar em site como o Enjoei e Ficou Pequeno, verá muitas roupas de ambas as marcas, usadas, sendo revendidas a um preço legalzinho. E sai bem, viu? Vendi no Enjoei um vestido “rendado” branco da Carter’s  por R$75 reais… Não vou nem dizer o valor pago, mas foi menos que isso!

A única coisa importante de se tomar cuidado nas roupas da marca é o tamanho. Não é de maneira nenhuma algo ruim, pelo contrário, acho ótimo por ser padronizado em comparação com as diferentes confecções brasileiras que fazem com que, para um mesmo bebê, você tenha roupas M, G e GG, todas sendo usadas ao mesmo tempo.

A Carter’s padroniza por comprimento e peso, mas o comprimento é o que realmente importa. Assim, atualmente eu não compro pela idade em si, mas pelo comprimento. Por exemplo, Stella está com 14 meses e 75 centímetros. Minhas últimas compras foram de peças Child of Mine de 6 a 12 meses, ou seja, de 67 a 78 centímetros, porque preciso usar para agora. Nesse ponto, a Child of Mine tem uma diferença e até uma desvantagem em relação à Carter’s, pois sua tabela de medidas para bodies e calças vai de 0-3 meses, 3-6, 6-12, 12-18, 18-24. Nas demais peças, como os macacões, a divisão do tamanho segue o padrão da Carter’s, que vai de 0-3, 3-6, 6-9, 9-12, 12-18, 18-24 (vide tabelas abaixo).

Poxa, de 6-12 meses são 9 centímetros de diferença. Você compra para seis meses e fica sobrando quase dez centímetros? Não acho legal. Ainda bem que até os oito meses você vai estar usando ainda as roupas de 3-6, ou de 0-3, como no meu caso, afinal, elas são mágicas. Haha!

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Com relação à qualidade, eu vou bater o martelo e dizer que é a mesma. Abaixo mostro a comparação de um body básico, branco, manga longa, tamanho 18 meses, de ambas.

O país de origem é o mesmo (embora vários sejam os países que produzem para a Carter’s), assim como as indicações de lavagem de cada peça.

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Na imagem que mostra o tecido em detalhe, lado a lado, não existe diferença entra as marcas.

O tamanho é exatamente o mesmo, para crianças de 78 a 82 centímetros, o que me faz pensar que os bebês americanos devam ser um pouco mais altos quando se compara com as médias brasileiras (dados facilmente encontrados online).

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Onde notei difereça foi na inserção do fechamento nas peças. Embora isso não afete o tamanho, o fechamento da Carter’s é um pouco mais para cima, ou seja, tem mais tecido para a parte do bumbum. Eu prefiro assim. Inclusive, não me acerto com os bodies brasileiros que, em maioria, tem o fechamento muito baixo, quase sem diferença entre frente e trás, o que parece um pouco desconfortável para o bebê, pois o body às vezes aperta as coxinhas…

Outra coisa que ambos possuem e eu considero muito legal é o reforço na região de fechamento entre as pernas. Acho importante porque já perdi body “comum” por puxar na correria.

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Outro ponto que acho muito legal das marcas é a variedade de roupas para meninos e o fato dessas roupas não parecerem todas roupas para mini adultos. Eu gosto de bebê com roupa de bebê! Muitas roupas que vejo no Brasil, para meninos principalmente, são camisas, coletes, jeans e suéteres. Eu gosto mesmo do bom e velho macacão, ou tiptop, como eu conhecia até engravidar, porque acho que era só a marca Tip Top que fazia macacões antigamente… (?) Haha! No entanto, acho as roupas da Carter’s mais bonitinhas que as da Child of Mine, embora sigam o mesmo padrão, como você pode ver na imagem do macacão da Carter’s (coleção do inverno passado) versus o que comprei no Walmart Brasil agora em março.

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Em resumo, o que posso dizer, de acordo com a minha experiência com ambas as marcas, é que não existe diferença significativa na qualidade ou tamanho de uma em relação à outra.

Dei muita sorte e consegui que cerca de 60% das roupas que a Stella usou até 1 ano tenham sido da Carter’s, embora eu não tenha ido aos Estados Unidos para comprar, ou da Child of Mine, tanto do Walmart americanos quanto do Brasil. Fiquei até frustrada com as roupas de marcas brasileiras quando ganhei ou precisei comprar. Primeiro porque a maioria precisa ser lavada a mão e eu não tenho esse perfil (MEEESMO!). Estrago a roupa, mas não lavo a mão! Segundo, porque a maioria não permite secagem em secadora. E em terceiro, porque os tamanhos me parecem uma bagunça! Sem contar que depois de usar um macacão de fleece ou microfleece, os de soft ou aqueles que imitam veludo, parecem roupa de meia estação e não inverno…

Stella passou seu primeiro inverno com body + macacão de fleece. Acho que se precisei colocar uma calça por baixo foi uma vez. Enquanto isso via minhas amigas preparando os bebês igual lasanha: em camadas! Ganhei um macacão de microfleece da Child of Mine de uma amiga quando ela foi conhecer a Stella. Depois de ver a qualidade, comprei mais três no Enjoei e Ficou Pequeno, porque simplesmente não tinha no site do Walmart. Vocês podem notar nas fotos do Instagram que ela passou todo o inverno de macacão cinza ou de oncinha. Não teve glamour, mas não teve frio também! Haha. E agora eles aquecerão outro bebê, pois já estão à venda.

Espero ter ajudado àquelas mamães que tem dúvidas quanto a Child of Mine.

Aproveite e confira as ofertas da sessão de bebês no walmart.com! 


*Loja Parceira

Cinco produtos que comprei seguindo a moda…

Oie!

Me conta: o que você já comprou por influência da internet?

Pois se sua resposta é “muita coisa”, somos duas!

Mexendo nos meus produtos eu notei que várias foram as compras seguindo os “must have” de algumas blogueiras famosas do nosso Brasil, e até mesmo, do mundo. Assim, separei cinco produtinhos de maquiagem para que vocês saibam o que valeu a pena ou não, na minha opinião.

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1. They’re Real! – Benefit

Sim! A máscara de cílios mais amada de 2013! Eu fiz compras na Sephora pela primeira vez porque ganharia a miniatura da máscara de brinde. Não estava empolgada o suficiente para comprar sua versão padrão, de R$115, nem a sua versão miniatura, por R$50. Assim, quando ela veio de brinde, foi a minha chance! Ok, a máscara é realmente boa, mas não faz milagre. Se ela custasse R$50 o tamanho padrão, eu compraria. Porém, após fazer a comparação dela com a Lash Love da Mary Kay, acredito que a máscara da Mary Kay tem uma melhor relação de custo benefício.

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2. BB Cream- L’Oréal

Ai, gente! Esse BB cream foi um dos produtos de beleza mais amados e esperados pelas brasileiras no ano passado, não é? Me incluí na lista! Em tempos em que BB creams disponíveis eram ou os asiáticos ou os carésimos como da Dior e até o próprio NUDE da L’Oréal, esse BB cream veio para alegria das carteiras brasileiras. Eu comprei e usei por um tempo, mas então veio o inverno e ele ficou escuro demais para mim. Além disso, transfere muito da minha pele e marca as minhas linhas de expressão… Aí não rolou e passei adiante para minha mãe, que não costuma usar nada além de pó!

Mas como zilhões de mulheres amaram este produto, apenas aumenta a minha certeza de ser uma pessoa “do contra”.

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3. Batom e Brilho Rouge pur Couture Vernis à Lèvres – Yves Saint Laurent

Houve uma super febre a respeito dessa coisinha no ano passado. A febre era tanta, que quando a Sephora apareceu com a promoção de R$169 por R$69, eu comprei três. Claro que, como sempre, eu preciso ser a pessoa “do contra”, e acabar por não gostar do produto. Em primeiro lugar, o cheiro. Nossa, eu sou super chata quanto a odores e perfumes e, para mim, o cheiro é muito ruim. É um doce inebriante de framboesa blergh. Em segundo lugar, é extremamente grudento, deixando uma sensação chata nos lábios. Além disso, apenas as cores escuras tem uma boa coloração. As claras somem no tom natural da boca.

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4. Everlasting Love Liquid Lipstick – Kat Von D

Quem não ouviu falar no Outlaw? É simplesmente o batom vermelho mais amado da blogosfera. A coleção de batons líquidos da Kat von D colocou todo e qualquer batom mate no chinelo. Eu jamais havia visto um produto que tu aplica – com cuidado para não borrar! – e ele seca colando aos lábios e deixando uma sensação extremamente confortável para um acabamento mate perfeito. Eu não tenho o Outlaw, pois me dói pagar R$99 reais em um batom, por mais maravilhoso e inigualável que seja, mas tenho um Everlasting em outra cor e também um Foiled Love Liquid Lipstick, que segue a mesma linha, apenas cintilante. A textura e a sensação nos lábios é a mesma, mas ele parece cintilante para quem olha. Comprei na promoção da Sephora por R$125 uma paleta com quatro trios de sombras mais os dois batons. Foi um achado!

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5. Batom Velvet Matte Lip Pencil – NARS

Outro produto que rodou na rede. Quem não comprou a cor Cruella, comprou a Damned. Menos eu, que mais uma vez não quis pagar R$96 em um batom. Já no final do ano achei um trio de produtos da NARS na internet que incluía o batom na cor Sex Machine, um rosa antigo. Ele é legal, deixa uma sensação confortável nos lábios mas não tem boa duração para mim. Assim que eu comer ou beber, byebye batom! Assim, mais um item para minha lista “do contra”!

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E você? Comprou algum desses?

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