Decoração Afetiva: Como (re)decorar o quarto da criança sem ir à falência?

Se você recém se descobriu grávida, ou se você já tem uma criança, terá de encarar o inevitável: pensar (ou repensar) a decoração do quarto do bebê (ou criança)! Embora a preparação do quarto do bebê ou criança seja algo que nos dê um imenso prazer, também é algo que nos causa ansiedade por dois motivos:

  1. Existem MUITAS opções de decoração e estilos na rede e temos que escolher um deles;
  2. Quase tudo que vemos naqueles lindos perfis de decoração infantil do Instagram (como os linkados nesse post…) é bastante caro. Por que? Porque, além de serem produção brasileira ou artesanal, mães são seres que costumam gastar com a prole um valor que jamais gastariam para si!
    Quem nunca saiu para comprar algo para si e voltou sem nada, mas cheia de sacola para a criança? Haha!

Com base nesses dois pontos, eu lhe digo: É POSSÍVEL DECORAR SEM IR À FALÊNCIA! Como? Com o que eu chamo de “REAL” DECORAÇÃO AFETIVA. Decoração afetiva é aquela que integra objetos pessoais e reflete a sua história. Minha idéia de REAL decoração afetiva é se envolver pessoalmente, criar ou transformar objetos, conceitos e etc., você mesmo, por amor…

No início, quando me descobri grávida, minha preocupação eram os móveis. Achei os preços das lojas físicas um tanto impraticáveis. Então meu marido e eu decidimos comprar online e não só economizar no valor do produto em si, mas montar os móveis nós mesmos (foi uma maneira de envolver o marido no “projeto” do quarto…). Compramos tudo no site da Tricae: roupeiro, berço e cômoda. Na minha época não tinha, mas agora eles tem até cama Montessori agora! E o preço que vi é ótimo!

Uma vez tendo os móveis, pintamos o quarto todo de branco. Eu pretendia pintar umas coisas legais, como uma casinha estilizada na parede e outras coisas do tipo “decoração minimalista”, mas a verdade é que eu não tenho destreza pra isso. Então resolvi decorar com adesivos, desses que é só “montar” o desenho. Coloquei também três quadrinhos e pronto. Além do fato do bebê não enxergar bem por vários meses, fazer algo simples foi uma boa idéia, pois quando Stella tinha três meses tivemos de mudar de apartamento. Acabei mantendo a mesma coisa no apartamento novo até ela completar dois anos, há alguns meses.

A medida que ela foi crescendo, senti necessidade de tornar o quarto dela mais atrativo, já que ela já podia interagir com “o mundo”. Então, em abril, depois de muito pesquisar e pensar e etc, acabei comprando algumas coisas que queria e colocando em prática algumas idéias com itens e brinquedos que já tinha em casa. Eu sempre imagino uma coisa e acabo criando outra! Mas sempre gosto do resultado! Haha. A verdade é que sou muito apegada às minhas criações… 😀

Vou explicando o que fiz/comprei nas imagens abaixo.

Em detalhes:

Sim, minha filha dorme numa cama de casal. Razão? Minha comodidade! Se quiser saber mais sobre todas as formas de dormir que já passaram pela Stella, deixe um comentário! Haha.

Como “cabeceira da cama, então, temos adesivos de triângulos na cor coral, formando montanhas (imaginação, people, imaginação…), da loja Mooui. Comprei em promoção por R$ 29,90. Também da Mooui são as três almofadas quadradas coloridas. Na promoção de leve 3 e pague 2, saíram todas por cerca de R$ 70.

Os bichinhos redondos, pinguim e sapo, custaram R$ 27 cada, e a almofada de bolinhas que está no pé da cama junto com o macaco, custou R$ 20. Todos comprados no supermercado Ta-ta, do Uruguai. A boneca de pano foi presente de dia das crianças de 2017. Mandei fazer uma Tilda Toy com a Azul Retrô Atesanato com base na roupa do primeiro aniversário. Achei uma boa lembrança e o valor foi R$ 105 com frete.

Na parede, a letra S e a estrela com LED foram presentes de uma amiga minha no primeiro aniversário. Eram brancas e eu pintei com tinta acrílica, dessas bem comuns. Os adesivos junto da estrela são sobras do adesivo de parede anterior. Os olhinhos sonolentos (cílios) são da Hurra! Design Afetivo, e custaram R$ 35, se não me engano.

Na parede da janela eu apenas aproveitei um quadrinho que havia comprado há anos, para mim mesma. Achei que as cores e a própria mensagem combinavam com tudo. A bateria (ou estação musical) foi um presente dado pela minha tia no aniversário desse ano, de dois anos.

Na parede lateral, onde estão os bichinhos e a cômoda, eu já tinha quase todas as pelúcias. Um terço é da minha infância e adolescência, os demais foram presentes e aquisições ao longo desses quase três anos de “existência” da Stella. Já os três quadros são da primeira decoração, apenas mudei o desenho de cada um.

Na cômoda estão a luminária de picolé que comprei ainda grávida; o avião de madeira dado também pela minha tia; o leão de madeira que foi presente da minha mãe há bastante tempo; a letra S em MDF que forrei com tecido para o chá de bebê; o livro de histórias que meu marido comprou há tempos (não lembro onde…) e o arco-íris Waldorf em madeira da Hurra! Design Afetivo, que custou R$ 85, se não me engano.

Ao lado da cômoda está o cabide em madeira, também da Hurra Design Afetivo, que custou cerca de R$ 59 e um espelho que foi feito a partir de um antigo, no qual apenas troquei a moldura por R$ 25.

Todo o resto que não foi mencionado é porque já haviam sido adquiridos ao longo do tempo, ou ganho de presente.

OU SEJA: para redecorar o quarto da Stella, gastei menos de R$ 500, mais precisamente, R$ 489. Ficou perfeito? Não. Ficou a decoração mais linda que já vi? Não! Ficou parecido com os lindos projetos que vemos nos feeds do Instagram? Definitivamente não! Mas foi pensado por mim, em parte feito por mim (afinal, um profissional não deixaria os adesivos tão tortos!!!) e utilizando muito do que já tinha para poder gastar apenas com aquilo que realmente queria ter… E deu super certo! A reação dela vendo o S e a estrela foi muito fofa (tem foto + vídeo no Instagram @raquelkriedt_nnd), e ela adora arco-íris então sempre menciona. Além disso, a almofada com desenhos também ganha bastante atenção, além dos triângulos, os quais ela fica “contando”.

Claro, se você vai decorar do zero, esse valor vai provavelmente triplicar. Mas deixe para dar os acabamentos, como pelúcias e etc., mais tarde, quando seu bebê realmente gostar da coisa. Tirando as pelúcias que eu já tinha e uma ou outra que eu havia comprado já na gravidez, a maioria foi comprada ou ganha depois do um ano da Stella. Até lá ela nunca deu bola para os bichinhos…

Além disso, toda criança é mesmo única. Eu achei que ela iria amar aquele leão de madeira pois estava numa fase em que adorava leões, mas nunca deu muita bola. A Tilda Toy ela também nunca deu bola, embora eu explique que é a versão mini dela mesma… Coisas que eu curti e achei que ela iria gostar, nunca se “concretizaram”. Então é bom ter em mente que, principalmente no início, a decoração é mais para você do que seu filho. Se você não está torrando dinheiro, é importante priorizar.

Se você conhece alguém que se beneficiaria dessas dicas, não deixe de compartilhar esse post. E “pina” ele, amiga! “Pina” sem dó! Pinterest é a minha maior fonte de qualquer coisa hoje em dia! Haha!

Se você também gosta de criar e decorar você mesma (o), me marca na sua foto do Instagram e vamos mostrar para o mundo com a hashtah #realdecoraçãoafetiva?! Haha.
Eu super crio minhas revoluções solitárias. Nem ligo!

😉

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Livro Resumido: Crianças Francesas Não Fazem Manha

Livro resumido Crianças Francesas Não Fazem Manha

Há alguns meses, por necessidade, eu li o livro Crianças Francesas não Fazem Manha. Juntamente com a sua seqüência, Crianças Francesas Dia a Dia,  achei muito interessante. Não só isso, mas gostaria MUITO de ter lido antes, ainda na gravidez.

É engraçado porque ouvi falar maravilhas sobre ele, mas, na verdade, os ensinamentos parecem ser muito óbveos, instintivos… Ainda assim, é revelador. Hehe.
Por isso, resolvi separar os pontos principais, de maneira suscinta,  para você que não tem tempo de ler o livro todo, porque… Como eu, tem um bebê ou criança para cuidar. Hehe.

A idéia principal do livro é BEBÊS SÃO CAPAZES DE ENTENDER DESDE CEDO O MUNDO AO SEU REDOR. Essa idéia é baseada, principalmente, na experiência de Françoise Dolto (1908-1988), pediatra e “psiquiatra” francesa que trabalhou com crianças.

Sem rodeios, vamos aos pontos observados no livro, lembrando que se baseiam na realidade parisiense e em estudos comportamentais…

  1. Fazer uma pausa de alguns minutos antes de atender o bebê recém-nascido (até 4 meses).
    “Deixar o bebê chorar por dois minutos é melhor do que deixá-lo chorar por vários minutos mais tarde, caso precise usar alguma técnica para ensiná-lo a dormir.”


    Verdade. Assim é mais fácil, inclusive, de descobrir o porquê a criança está chorando. Eu, por exemplo, tenho vergonha de admitir que nunca reconheci os diferentes choros da Stella. Sempre pulei em cima dela quando ela abria a boca e, gente, essa guria sempre teve uma goela… Mesmo tentando a técnica mais branda de “ensinar a dormir” foi um evento traumático para mim.

  2. Independência gera independência e vice-versa.
    Bebê que brinca sozinho, dorme sozinho.
  3. Bebês necessitam comer tanto quanto adultos. Logo, os horários mais adequados de alimentar o bebê são os mesmos horários nos quais os pais se alimentam (8h, 12h, 16h e 20h).
  4. Fazer o bebê esperar o ensina paciência e gera adultos mais calmos e fortes.
    “Paciência e autocontrole permitem maior imersão nas atividades e, com isso, uma melhor experiência.” 
  5. A chave da paciência é a auto distração.
    A auto distração é algo que a criança aprende sozinha quando precisa esperar. Assim, é dever doa pais permitir que ela possa aprender sozinha, dando-lhe “tempo”.


    Gente, eu tenho uma criança MUITO impaciente que sempre dependeu muito de mim para se distrair. Desde que passei a fazer ela esperar, ou “se frustrar” um pouco, ela passou a se distrair sozinha por um pouco mais de tempo, mas não ficou mais paciente :P.

  6. Não interromper uma criança que está bem sozinha é crucial para que ela entenda que é possível ser feliz sozinha (ficar bem sozinha).
  7. Aprenda a observar quando o bebê precisa e QUER a presença da mãe.
    Não adianta se meter quando não precisa, mas não estar lá quando a criança quer.
  8. Ter limites estabelecidos torna, a longo prazo, as crianças mais “felizes”.
    Onde não há limites, ou em lares que os pais cedem, sempre há choro, frustração e escândalos.
    Aqui em casa, se não ceder tem choro e escândalos também! >.<
  9. Lidar com frustrações é uma habilidade essencial. Não ensinar, é negligência.
    DICA: Ao dizer noã, explicando a razã,o e passar por uma birra, calmamente abrace a criança (se ela aceitar) e conte uma história da sua vida que se relacione com a situação. Crianças adoram saber da vida dos pais.
  10. Introduzir pequenas frustrações entre 3-6 meses de idade ajuda na fase de birras que tem início ao redor dos 2 anos.
    “Ouvir NÃO resgata a criança da tirania de seus próprios desejos.”
  11. O fato de seu filho sentir raiva de você por estar impondo limites não significa que você está criando ele mal.
    Se você não limita seu filho, deixa essa tarefa para ele, o que pode gerar ansiedade na criança, principalmente se ela não sabe como fazer.
  12. O bebê deve se adequar à família e não a família a ele.
    Normalmente a partir dos três meses, ele já é capaz de entrar no ritmo da família.


    Eu entrei no ritmo da Stella, com certeza. Mas acredito que isso aconteceu mais porquê eu “podia”, pois não tinha que manter uma rotina diária fora de casa.

  13. As crianças devem explorar, despertar e descobrir naturalmente suas habilidades sem que os pais as forcem.
    Tudo tem seu tempo certo. Atividades para crianças não devem ter uma “função”específica, ou seja, não deve haver certo ou errado. Cada criança tem seu tempo , então não há necessidade de ensinar seu filho a ler com três anos se ele não mostra interesse algum nisso.
  14. Seja rigoroso no que precisa e flexível no que pode.
    Mantenha rigor com horários de comer, dormir e ver TV, mas ter flexibilidade com atividades, por exemplo.
  15. As crianças devem ser incluídas.
    Elas sentem o que se passa ao redor, logo, se não falamos a verdade elas se sentem confusas.
  16. Para as crianças, tudo tem uma razão.
    A birra acontece por uma razão. A criança não sabe explicar qual, mas ela não surge do nada.
  17. Ao dizer NÃO ou fazer a criança esperar, explique.
    Palavras como direitos e deveres podem ser introduzidas desde cedo. Assim, é possível dar à criança a noção que ela não tem o direito de bater na mamãe, por exemplo.
  18. Ser mãe e ser mulher são tarefas igualmente importantes.


    Essas duas tarefas são, talvez, as mais difíceis de conciliar nos primeiros anos da maternidade.

  19. Seu filho é importante, mas seu relacionamento também é.
    Sacrificar a relação é um alto preço a pagar para ter um filho. Em tese, o filho vem para aumentar a felicidade do casal, não para acabar com ela.
  20. Estabelecer um horário fixo e plausível para o bebê dormir é essencial para que o casal tenha tempo para si e para serem um casal.
  21. Existe uma razão para o ditado “Mãe é mãe e pai é pai.”
    Homens e mulheres executam uma mesma tarefa de maneiras diferentes. Respeitar essas diferenças é saudável para o casal e benéfico para o bebê.


    Fato. Homens e mulheres vêem o mundo de forma diferente. Exigir que o pai faça uma dada atividade exatamente como a mãe é um problema clássico de pais de primeira viagem. Ambos se frustram.

  22. Abrir mão do controle é uma maneira de ter mais tempo para si mesma e seu relacionamento.
  23. Não existe “paladar de criança”.
    Crianças devem ser expostas à todos os gostos. Caso ela rejeite a comida, tente novamente em outra ocasião, de outra forma, etc. Muitas vezes o “gosto”é apenas uma questão de se acostumar com o alimento.

Não concordo com todas as idéias do livro, mas admito que me abriu a mente para algumas idéias. Espero que possa ajudar você também!

🙂

Enxoval de Bebê: o que “tem que ter”?

Enxoval de Bebe Essenciais básicos tem que ter

Confesso que esse não foi o título que eu havia pensado para fazer uma postagem desse assunto tão amado, o enxoval do bebê. Minha primeira idéia foi: “A Falácia do Enxoval de Bebê”, mas achei que seria muito polêmico. Hehe.

Quando estava grávida da minha filha, eu era a LOUCA do enxoval. Eu juntei diversas listas, cruzava uma com a outra para ver o que tinha em uma e não na outra e fazia check list de quantas mantas e culotes ainda me faltavam, embora eu nunca nem tenha entendido o porquê chamar uma calça de culote… Como eu fui a primeira da minha “geração” a ter bebê na família, e a primeira no círculo de amigos, eu não tinha pra onde correr senão a nossa amiga INTERNET. Alguns exemplos dessas listas mágicas você encontra aqui e aqui.

Quando já estava tudo pronto eu não só tinha TODAS as fraldas M que os cálculos online diziam que eu necessitaria (outro erro de principiante…), mas eu tinha também os números mágicos de todas as peças de roupa e acessórios de bebê para até três meses. Pois bem. Deixe-me contar-lhes o que realmente aconteceu…

(Pode pular para o final, pois lá tem um resumo do que realmente importa…)

Minha filha nasceu em fim de janeiro, MAS, todos os lugares do mundo diziam que eu iria usar body de manga longa e calça com pés porque o bebê é sensível e o ambiente climatizado é muito frio para o bebê. A verdade é que os bebês não são seres extraterrestres e eles sentem a temperatura externa da mesma forma que os adultos. Devemos, apenas, vestí-los com uma camada de roupa a mais que a nossa, caso eles não sintam calor. Minha filha só ficou de roupa comprida enquanto estávamos no hospital. Assim que chegamos em casa, notei que ela logo suava com calça, mesmo com o ar ligado. A maior parte das fotos da Stella no primeiro mês são de body de manga curta (foto abaixo) e, talvez, manga longa. Para dormir, aí sim eu colocava tudo comprido e enrolava no tal cueiro (swaddle)  para fazer o charutinho, do qual ela sempre se desvencilhava. Até que finalmente comprei no Enjoei o SwaddleMe, aquele com velcro. Nunca consegui usar. Ela já estava com mais de mês quando comprei e daí quando acordava de madrugada berrava e parecia uma cobra no asfalto tentando liberar os braços…

Recém nascida

Outra “falácia” foi a tal da luva. Eu tinha três pares. Nunca usei! Nem no hospital colocaram luva na criança… O gorro, sim, esse foi usado na maternidade e novamente quatro meses depois, quando chegou o inverno.

Falando em inverno, nada melhor do que macacões para o inverno. Na verdade, nada melhor do que macacões para sempre! Logo no primeiro mês eu usei um macacão da Carter’s que tinha comprado no Enjoei e, bem, foi amor à primeira vestida. Ficava gigante nela, mas era uma graça e parecia muito gostoso de usar.Nessa época, resolvi procurar roupas da Carter’s e Child of Mine no Brasil e descobri que o site do Walmart vendia. Na época achei tudo muito caro e comprei pouca coisa, incluindo duas camisolas que eu amei pela praticidade e dois macacões de algodão (foto abaixo) que também foram usados até não poder mais! Com meu novo amor pela peça, saí, então, para comprar macacão nas lojas do bairro e acabei por comprar dois, mas a verdade é que quase não usei, pois só usava os da Carter’s.
Até os três meses dela eu tinha pouca coisa da Carter’s. Talvez umas sete peças… Mas uns amigos da minha mãe trouxeram uns macacões da Carter’s de presente para a Stella, de material atoalhado, para 3-6 meses.  PRONTO. Coloquei e não tirei mais! Eram três, e eram revezados com sabedoria.

macacaoalgodao

Foi tanto amor, que comprei outros dois, agora de fleece, no Ficou Pequeno (foto abaixo). Combinando com o da Child of Mine que ela já havia ganho quando nasceu, o inverno estava garantido. Na maioria das fotos do período ela estava de macacão de fleece. Além de ser quentinho, era tudo uma coisa só, então não tinha perigo de ela tirar a meia e de a calça subir até o joelho, como muito acontecia com as roupas comuns.

inverno

Olhando o site da Carter’s eu vi que existia um saco de dormir e quase surtei. Por sorte, achei um no mercado livre a um preço OK. A menina dormiu naquele saco todos os dias até os nove meses, quando não cabia mais (e começou a ficar calor). Como não existe saco de dormir maior da marca, comprei um saco de dormir da Casulo de Anjo, já com os pés para fora pois ela já caminhava e usou até poucos dias atrás. Ainda assim, sempre dormindo de macacão para assegurar que o pé não ficaria desprotegido. Isso fez com que eu tenha um edredon de berço INTACTO, na embalagem, até hoje…

[Quer saber a diferença entre Carter’s e Child of Mine? Clique aqui!]

Como muitas foram as contribuições para que a Stella tivesse muitas roupas da Carter’s, eu só fui necessitar de roupas novamente lá pelo um ano de idade, tanto que já falei em outro post da minha dificuldade de comprar nas confecções brasileiras. Então, descobri algumas marcas que gostei e descobri as promoções da Child of Mine no site do Walmart. Desde então, o básico eu compro de lá, juntando com as pessoas amadas que continuam colaborando para a Stella ser garota propaganda da Carter’s, Hehe.
Compro até hoje, os macacões, os bodies e as calças pelo site. E se eu tivesse APENAS comprado isso desde a gravidez, eu teria acertado desde o início.

Eu NUNCA enrolei a criança em cobertor, manta ou cueiro para sair de casa. NUNCA coloquei uma luva. Gorro ela só usou no inverno mesmo, e para sair eu colocava macacão com capuz, de fleece, da Carter’s (Ó, novidade!). No inverno mesmo, eu comprei um macacão para a neve (foto abaixo), praticamente. Foi uma compra absurdamente barato do Enjoei e nem precisei pagar frete pois a vendedora deixou a compra no trabalho da minha mãe, pois ela freqüentava o local. Algo que a gente até acha similar por aí, por cerca de R$150, eu paguei menos de R$50 num muito melhor. Foi maravilhoso! Ele era de três a seis meses, mas era tão grande, que eu colocava ela de roupa dentro do negócio e pronto. Estava bem protegida do frio. Como eu sempre usava macacão, não usava sapatos até ela começar a caminhar, mesmo. Não via necessidade… Foi uma bela economia!

neve

Agora, deixando as roupas um pouco de lado, as tais fraldas “Cremers”. Gente… Eu tenho várias, até hoje, nunca usadas. Ficam na gaveta na esperança de serem usadas para limpar boca e nariz, mas limpo tudo com lenços umedecidos para não machucar a criança, porque a fralda não é suuuuper macia. Ainda guardo na esperança dela precisar na escolinha.

E os babadores/babeiros? Eu tenho tantos babeiros naquela gaveta da cômoda que estão lá só para preencher espaço. Me deram babadores forrados de plástico, mas ô coisa que parece desconfortável, hein? Para a “babação” mesmo, eu usava os do tipo bandana e os da Child of Mine que são mais firmes porém parecem confortáveis. Eu trocava várias vezes ao dia, quando notava que já estava molhado. Já os babadores para a hora da comida, o melhor foi o de Neoprene. Uso até hoje, só mudou o modelo. Tenho vários dos clássicos, mas como escolhi deixar ela se alimentar sozinha, pois fiz um misto de BLW com papinha convencional, o modelo com bolso funcional fez o maior sucesso aqui. Digo “bolso funcional” pois tenho um que comprei na farmácia, de silicone, que o bolso fica fechado e a comida passa reto… Esses de Neoprene que tenho são da marca BUILT, a mesma que faz cases para compuradores, tablets e câmeras.

E a bolsa de bebê? Eu tive três. Sim. TRÊS. E hoje o que vocês acham que eu uso? A minha bolsa normal. Aquela, que eu usava antes de ser mãe! Como? Simples. Eu sou uma mãe em tempo integral. Minha filha fica comigo, sai de casa comigo e se eu saio sem ela, é porque alguém ficou em casa com ela, ou seja, ela ainda não vai para escola. Assim, tudo que sempre precisei levar foi o material para troca, um lanche, uma mamadeira ou copo de água (ela mama no peito), um brinquedo e… Só. O material de troca fica num necessaire com uma muda de roupa já junto; o lanche é algo pouco, como umas poucas bolachinhas ou um sachet de frutas PIC-ME; o brinquedo também não é lá muita coisa porque, na pior das hipóteses, tem o celular com YouTube. Antigamente, um mordedor servia… Para mim mesma só levo carteira, celular, creme de mãos e batom. Eu até tenho um necessaire de maquiagens no carro mas raramente utilizo. Logo, não precisa de muito!
No entanto, quando vou passar a tarde toda fora, ou o dia todo, levo uma mochila onde, normalmente, consigo colocar a lancheira dela dentro.

Mudando de “área” do enxoval, fronhas e travesseiro é piada pra mim. Eu tentei fazer a criança usar o travesseiro, mas como? Ela sempre se mexeu MUITO e nunca ficava com a cabeça no travesseiro. Dinheiro posto fora.
Kit de berço nunca comprei. Ainda bem! Além de haver relatos de acidentes com esses kits, eu sempre achei feio! Hehe. Hoje em dia existem opções mais seguras e mais confortáveis. Sem contar as opções de DIY que você pode adaptar.

Já, com relação à alguns utensílios, eu digo: termômetro de banheira é desnecessário. Usei termômetro de febre, digital, de R$ 10 para medir a temperatura da água. Nunca deu errado!
Chupetas e mamadeiras: não compre mais que uma. Seu filho pode não aceitar a chupeta (meu caso) e você pode nem precisar de mamadeira…

Enfim, deixe-me tentar RESUMIR e passar algumas considerações:

  1. O enxoval não deve ser baseado em uma lista mágica e nem deve ser seguido à risca, pois ele depende muito mais da personalidade da mãe do que do bebê em si. 
    Não adianta ter mil vestidos de princesa se você mesma acha que criança tem que se sujar. Ou ainda, roupinhas bonitinhas cheias de botões, e pins e strass que, PELAMORDEDEUS, é um terror de vestir. Tem cada roupa que dá vontade de bater na cara de quem fez e mais ainda na de quem deu de presente…
  2. Cueiros e fraldas de boca são, em maioria, superestimados.
    Em quantidade, só serão úteis se você for do tipo #aloka da sujeira, que coloca essas peças em todo lugar que o bebê for tocar, ou em quem for tocar no bebê; ou se seu bebê for do tipo que vomita muito e suja muito a roupa por vazamentos da fralda e tal. Aí será boa idéia ter ele sempre envolto em MAIS uma camada que proteja a sua roupa e a dele, no caso das fraldas e o vômito. Mas isso você só saberá depois que ele nascer, certo?
  3. Uma bolsa de bebê não precisa ser uma bolsa especial, cheia de bolsos e etc. 
    Se você não é o tipo de pessoa que sai por aí com mil tralhas, provavelmente não levará mil tralhas para o seu bebê (a menos que ele seja do tipo sujão, como mencionei acima).
  4. O macacão é a peça mais completa do vestuário infantil.
    Seja com pé, para o bebê menor ou para ficar em casa; seja sem pé, para andar na rua. Simplesmente é a peça mais prática que existe, na minha opinião.
    Eu não sei por quê não fazem macacão até o tamanho cinco, pois é o MELHOR pijama que existe para uma criança. Ainda bem que a Carter’s e a Child of Mine by Carter’s tem macacão até o tamanho cinco. É garantia de noites tranquilas com pés protegidos!
    Ah, e no verão também tem macacão, viu? AMO!
  5. Calças são importantes, mas bodies são indispensáveis. 
    Body é uma maravilha. Ele assegura que seu bebê não ficará com as costas de fora e ainda assegura que a fralda vai ficar no lugar certo (na maior parte do tempo). Além disso, se você aderir à idéia do macacão, vai precisar de bodies, mas não tanto de calças. Sem contar que, quando acidentes acontecem, muitas vezes sujam apenas o body, e não a calça ou macacão, assim, você precisa de mais bodies do que calças.BODY BRANCO É O MELHOR BODY QUE EXISTE. Ele combina com tudo e pode ser usado por baixo de tudo sem “destoar” ou deixar seu bebê parecendo um palhacinho.
  6. Meias nunca são demais.
    Se você usar macacão, vai usar meias. Se usar calças, vai usar meias. E elas somem. As máquinas de lavar e secar devem utilizar meias de bebê como oferenda aos deuses…
  7. Não compre várias peças RN.
    Alguns bebês nem chegam a usar o tamanho RN. Então, tenha algumas peças, mas não muitas. Roupa grande a gente consegue usar, mas pequena, não.
  8. Como você veste, enrola, aquece seu bebê no inverno depende mais do SEU estilo do que você imagina…
    Não adianta ter diversas mantas se seu bebê vai nascer no verão e/ou dormir na sua cama, por exemplo.
  9. Não saia correndo para comprar todas as fraldas de um dado tamanho.
    O site X tem uma calculadora de fraldas, mas ele não tem o seu bebê. Cada bebê é diferente, inclusive, no número de fraldas que usa por dia. As mães também são diferentes quanto a isso, pois umas deixam a fralda molhar menos, outras mais…
  10. Os “KITS”, também tidos como mágicos, como kit de higiene, dependerão mais do seu estilo (novamente…) do que a necessidade do seu bebê.
    Se você sabe que não vai ficar esquentando água para molhar o algodão, não se preocupe com a garrafa térmica. Há tempo rodou a internet um “caso contra os lenços umedecidos”. Lendo a matéria a fundo, era totalmente baseada na realidade americana e dizia respeito a químicos que não estão presentes na composição dos lencinhos que eu uso na minha casa, por exemplo… Então, cuidado para não se apavorar com coisas que nem fazem parte da sua realidade. Fique atenta!

Acho que é isso!

Além do site do Walmart com as roupas Child of Mine by Carter’s, eu indico muito o site da Tricae. Comprei roupas quando a Stella estava com 9 meses e desde então compro algumas peças e, principalmente, sapatos. Os tênis da marca própria da Tricae são muito bons. Comprei dois modelos larguinhos que ela usou muito. Também, eles fazem muitas promoções para quem compra em quantidade! Volta e meia eu aviso por aqui…

Pretendo fazer outros posts a respeito do enxoval “pesado”, como móveis e também dos itens para introdução alimentar (que até já tem postagem por aqui…).

😉


Esse post possui links de afiliação para a sua comodidade.

 

Tricae com 15% OFF? Sim, por favor!

Neste feriado e final de semana a Tricae* está com 15% OFF em acessórios e móveis selecionados.

Eu montei o quarto da Stella com móveis comprados pelo site da Tricae, e vi que tem muitos bons móveis inclusos nessa promoção. Também, se você acompanhou o post sobre utensílios de alimentação e se interessou por alguns itens, saiba que você pode encontrar alguns deles aqui. Basta escolher a marca que ela logo aparece na seleção de produtos.

Além disso, a Tricae é uma loja com produtos para a família inteira. Aproveite!

Bom feriado e boas compras!


*Loja Parceira

Picolé/ Sorvete de Banana

Você fica com peso na consciência ao comer sorvete na frente do seu bebê pois ele não pode comer? Então esse sorvete de banana com morangos pode resolver esse problema! 😉
Além de resolver o SEU peso na consciência, vai ajudar a aliviar o incômodo comum no nascimento dos dentes do seu bebê!

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Esse sorvete é baseado num hit do Pinterest, o sorvete de banana. Eu faço essa receita há anos e sinto como se estivesse “burlando” meu cérebro quando ele quer muito um sorvete. Além de não ter conservantes, essa receita também é livre de adição de açúcar e qualquer tipo de gordura. Claro, tudo isso pode ser adicionado, tudo vai depender do que você adicionar a banana…

Para minha filha eu resolvi fazer sorvete de banana e morango, pois ela já estava com um ano de idade quando fiz pela primeira vez. Mas se seu bebê tem acima de seis meses e menos de 12 meses, só a banana já está bom, né?!

A receita é fácil:
1. Congelar bananas em rodelas e morangos em metades;
2. Colocar a mesma quantidade de ambos no processador e bater até formar uma massa homogênea;
3. Colocar a “massa” em forma de silicone e levar ao freezer por trinta minutos;
4. Colocar os “palitos” e deixar no freezer por, pelo menos, quatro horas.

Eu uso essa forma de silicone para congelar papinhas que comprei dos Estados Unidos e comentei no post dos utensílios. Não achei a mesma marca, mas sim a mesma forma para vender aqui no Brasil. Clique aqui para conferir! Outras opções você encontra aqui e aqui.

O resultado é ótimo porque os bebês podem chupar e morder também! O mais legal é que você pode comer junto, sem problema algum! 😀

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Se você quiser um sorvete com textura cremosa, de comer de colher, pode misturar iogurte grego (de preferência, feito em casa) no processador, quando já tiver a “massa homogênea”. Mas se você colocar mais bananas do que morangos e deixar descongelar um pouco antes de comer, também dá para comer de colher!

Essa receita eu já tinha dado lá no Instagram. Se você não viu, segue lá: @raquelkriedt.


Esse post contém links afiliados para sua conveniência.

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Utensílios Importados para Introdução Alimentar do Bebê: vale ou não vale a pena?

Chegou a hora da Introdução Alimentar do bebê e você está ficando louca com as ínumeras opções de ítens nacionais e importados disponíveis para comprar?

Você é do tipo que pesquisa, pesquisa e pesquisa mais um pouco antes de comprar algum item pro seu bebê? Eu também! Você é do tipo que acha tudo frescura, mas quando o assunto é o bebê compra tudo que é frescura? Eu também! Haha!

Eu confesso que estava com medo da introdução alimentar. Stella teve cólicas severas e muitos gases até os seis meses de idade e eu só pensava que não poderia melhorar com comida de verdade, afinal, nós mesmos sofremos com isso a vida toda, certo? Pois bem. Eis que a menina tinha cinco meses e eu não tinha sequer uma colher de plástico em casa. Foi então que tive a oportunidade de fazer algumas compras dos Estados Unidos. (Abençoada seja a pessoa que trouxe uma caixa inteira com itens de alimentação para mim… A caixa era maior que a mala, gente! Que vergonha… #amoreterno)

Pesquisei a cada soneca da Stella, por dias, e acabei aproveitando várias promoções do site do Walmart americano e outro, e comprei tanta coisa, que vou guardar até para o segundo o filho! Sério, porque tem colheres que não usei e nem vou, porque a Stella agora quer garfo…

Escolhi fazer uma introdução alimentar mista, com BLW e papinha convencional.

O primeiro item que usei foi uma espécie de… alimentador?! É assim que chamam…

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Se coloca a fruta no compartimento de silicone e ela sai pelos furinhos a medida que o bebê chupa.
Comprei esse item porque tinha medo que ela engasgasse com o BLW, o que aconteceu muito, mas nunca a ponto de ter de fazer a manobra de Heimlich. Muito legal o item, mas não usei quase nada, porque logo a quantidade que ele suporta fica pequena demais pro apetite do bebê.

Abaixo estão alguns itens que deram super certo e gostei bastante.

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  1. Potinhos para a papinha Oxo Tot: Adorei esses potinhos! Fazia a papinha e colocava nos potinhos e direto no freezer. O fechamento da tampa é com silicone, o que assegura nenhuma entrada de ar ou vazamento. Na hora de descongelar é só tirar a tampa e colocar no microondas. O legal é que o pote tem gradação em ml, então você consegue saber quanto o bebê comeu. O chato é que a quantidade é pequena e logo fica pouco para o apetite do bebê. Esse não encontrei no Brasil, apenas um parecido.
  2. Prato Colorido Munchkin: O prato faz parte de um conjunto de cinco pratos que combinam com os bowls. Assim como todos que mencionei até agora, podem ir à lava-louças, freezer e microondas. Os pratos comecei a usar há pouco tempo e a capacidade rasa é a mesma do bowl, com a vantagem de poder separar bem os alimentos.
  3. Tigela Colorida Munchkin: Esse faz parte de um jogo com cinco bowls e esses eu uso muito. Foi o que mais usei até agora, porque as minhas papinhas sempre foram pastosas e, mesmo quando dava os alimentos separados, o pode é grande o suficiente para manter os alimentos separados. Esse deve ter capacidade de 300ml e é super prático.
  4. Tigela empilhável com Tampa Munchkin: Esse pote faz parte de um jogo de quatro potes com tampa e duas colheres. Nunca cheguei perto das colheres (eu disse que tinha comprado muita coisa…). Os potes tem cerca de 200ml cada e a tampa veda super bem. Nunca tive problemas de vazamento com eles!
  5. Colher Infantil Munchkin: Essa sim! Essa é a mais usada aqui em casa. Ela pega a maior quantidade de comida dentre as colheres de bebê que tenho, é macia o suficiente para não machucar, é bastante ergonômica e aguenta muitas mordidas! Ela faz parte de um jogo de seis colheres.
  6. Copo 360 Treinamento Antivazamento Munchkin: Gostei muito do conceito desse copo. Não conhecia, mas hoje sei que a Avent também tem sua versão. Eu achei muito legal porque, diferente dos copos de transição clássicos, esse não tem bico e o líquido sai quando a criança chupa. No entanto, a marca afirma que ele não vaza, mas não é o que acontece por aqui. Sem contar que quando a Stella deixa cair ou joga no chão, sai “bastante” líquido, o que é nada comparado aos copos de treinamento comuns.
  7. Pote Térmico Thermos Foogo: #muitoamor por esse pote. Primeiro porque não tinha pensado em um pote térmico como esse e, segundo, porque ele funciona muito bem e mantém a comida quente por muitas horas. Não achei nada equivalente por aqui, e o mais perto que encontrei foi o da $$Skip Hop (Haha!), mas li que não é tão bom quanto esse da Thermos.

Outro item muito bom que usei e uso bastante é uma forma de silicone para papinha. Até alguns meses atrás eu cozinhava os vegetais, amassava, colocava na forminha (30ml cada quadradinho) e congelava. Quando congelado eu tirava e estocava em saquinhos do tipo zip-lock. Era muito prático, pois na hora de comer era só pegar um ou dois quadradinhos de cada tipo e colocar no microondas. Hoje uso para fazer picolés, congelar caldos e coisas do tipo, visto que a Stella já come comida em pedaços.

Agora vamos ver alguns itens que não usei o quanto gostaria? Siiiiim!

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  1. Colher Lift Munchkin: Aí está outro item que achei super inteligente, afinal, uma colher que não toca a mesa é muito mais higiênica do que as outras. No entanto, a quantidade de comida que ela comporta é muito pequena e logo a gente se cansa de tantas idas e vindas.
  2. Colher de Silicone Munchkin: Essa eu li maravilhas. Comprei o jogo com duas e durante um tempo foi só com elas que a Stella comeu. Acho que vale sim a pena no início, pois realmente não tem chance do bebê se machucar. Além disso, ela pode ser usada como mordedor! Haha. Mas ela carrega uma quantidade de comida que logo fica pequena para o apetite do bebê.
  3. Tigela com ventosa Munchkin: Outra coisa que achei genial! Imagina que demais um pote que gruda na mesa e o bebê não pode derrubar? Pois bem. Além do fato de que o pote ficando na mesa não impede da comida ir para o chão, a ventosa não gruda como deveria, ou melhor, gruda, mas desgruda. Testei na superfície plástica do cadeirão e na mesa de vidro. Em ambas ele fica grudado até soltar repentinamente, sozinho, sem razão alguma. Simplesmente PUFF. Solta! No entanto, eu uso assim mesmo, apenas fico conferindo se ainda está grudado…
  4. Prato Térmico Momma Lansinoh: Comprei esse prato por achar muito boa a idéia de poder colocar água quente para manter a comida morna. Assim que fui usar me dei conta que eu havia esquecido de um grande invento do século XX: o microondas. Não existe necessidade de um prato de água quente quando se tem um microondas, não é? Mas lembro que comprei também por achar muito legal o fato de ter a base emborrachada. Embora ele possa também ir ao microondas, como ele é maior que os demais pratos que iuso, como o da Munchkin, ele acaba ficando de lado.

Por fim, o Copo Momma Lansinoh: Super bem bolada a idéia de um copo redondo, ao estilo João Bobo, que não toca a mesa, chão, o que for. E é mesmo! Ele também tem canudo retrátil e não vaza. Eu uso muito porque tem uma capacidade boa e comporta bastante líquido. Só que ele toca o chão, sim. Quando o canudo está de pé, que é quando o bebê está com ele para beber, ele vira o suficiente para o canudo tocar o chão. Também, embora não vaze, algumas vezes o ar fica preso no canudo e quando a gente mexe, a bolha sai e traz líquido junto. Ah, e tem que sugar com bastante força para sair líquido…

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Como eu disse, eu comprei muita coisa. Tem coisas que recém comecei a usar, como o o Pote Porta Biscoitinho, da Munchkin, que o bebê tem que por a mão dentro para pegar o lanche e quando puxa, o lanche que está “demais” fica retido no pote. A Stella consegue por a mão, demorou um pouco pra entender que tem que por a mão fechada pra conseguir pegar o que tem dentro, mas já está craque!

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Ah, para entender o que eu falei das colheres, dá uma olhada na diferença entre elas:

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Embora o tamanho da cabeça da colher pareça o mesmo em todas, a profundidade difere.

[Você pode encontrar a maioria desses produtos no e-comerce do Walmart, Baby, Tricae e Bebê Store!]

O que eu posso dizer de tudo isso que comprei “da gringa”? Que é muita frescura para uma criança que quer mesmo jogar tudo no chão! Ela adora o talher de metal que faz barulho e eu acabo dando comida em prato comum porque esse ela não tem força de jogar no chão e, para andar de um lado pro outro, eu levo água na mamadeira, porque é a única coisa que não vaza nenhum pouco e cabe no “porta-mamadeiras” térmico.

Além disso, tenho uma amiga, cuja filha mama exclusivamente no peito e come seguindo o BLW, que não parece sentir falta de nada disso. A bebê dela bebe líquidos em copo pequeno, daqueles de cachaça, sozinha, pegando com as duas mãos. A comida ela deixa direto na bandeja e, sim, fica uma bagunça louca, mas aqui em casa eu coloco em prato e dou uma colher pra ela e ela joga pra todos os lados, da mesma forma que faz quando faço BLW.

Assim, acho que, salvo alguns itens, ninguém sente falta realmente desses importados. Já temos boas marcas que se preocupam em produzir sem BPA e em trazer as novidades para o mercado brasileiro. A forma de silicone pode ser facilmente substituída por formas de gelo, por exemplo. Se você usar colher de metal, seu bebê vai morder uma vez, vai doer e ele vai aprender a não fazer de novo… E por aí vai.

É engraçado como a gente só adquire conhecimento por experiência nesse mundo da maternidade. Aprendi muito isso com o enxoval, os móveis do quarto… Nossa! Mas vamos deixar esse papo para outra hora.

Espero que tenha ajudado alguma das mamães que como eu acabam querendo comprar um mundo de coisas porque parece ser “o melhor para o bebê”. Cada vez mais eu estou achando que o melhor para o bebê é mesmo a mãe! 

😉

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