Compras de Mãe: Tricae por Chata de Galocha

Se tem um estilo específico de roupas de bebê/crianças que eu acho fofo, é o “básico”. Sabe aquele estilo meio minimalista, meio sem gênero definido, em que o mundo não é definido por rosa ou azul? Pois é esse!
Sim, a Stella tem (muitas) roupas na cor rosa. Sim, eu gosto e acho fofo ver ela de rosa, mas eu não gosto de fru-fru, babados, bordados… Eu gosto de roupas básicas. Então, por mais que tenha uma ou outra peça de roupa “fresca”, eu gosto mesmo é do basicão. Por isso, além de gostar muito das peças da Carter’s, eu gosto muito das coleções Tricae por Chata de Galocha.

[Clique na imagem ou aqui para ser direcionado ao site!]

Você já conhece?
Foram duas coleções lançadas até agora. A primeira, mais colorida. A segunda, mais neutra (ao meu ver).
Na primeira, comprei um conjunto de calça, camiseta e macacão de verão amarelos com cinza (foto abaixo), para “testar”.

Na segunda coleção, como já conhecia o estilo das roupas da marca Tricae, tamanho e etc., esperei a coleção entrar em promoção para fazer a festa! 😀

As compras foram:

Na primeira compra aprendi que as roupas são bem larguinhas, seguindo o estilo “confortável”, segundo a designer Lu Ferreira (Chata de Galocha). No entanto, eu achei larguinho “demais” para quem estava acostumada com o padrão Carter’s… Mas como a Stella não pareceu se importar, ficou tudo bem.

Os tecidos da coleção parecem ser confortáveis. Não o mais confortável do mundo, mas confortável. Pelo preço, é compatível com as demais opções do mercado e, considerando que é “assinado” por uma blogueira bastante conhecida, é um preço bem dentro do esperado. Então, quando entra em promoção, minha gente, eu me jogo!

A durabilidade das roupas mais “básicas” é, eu diria, normal. A criança usou tanto o macacão listrado que não teria como vender no Enjoei 😀 . Ele ficou detonado! No entanto a malha não era tão delicada quanto eu gostaria para um bebê, no verão…
Já a coleção de inverno parece ter uma malha mais delicada nas camisetas. Os moletons já não tanto… Porém, ainda acho que vale o custo benefício. Paguei cerca de R$ 20 a 30 cada peça e achei válido. Comprei já pensando no próximo outono e nesta primavera também.

Com exceção do primeiro conjunto, com as estrelas, todas as peças são mesmo larguinhas. Já a blusa do conjunto de estrela é do tipo “justa” no corpo. O moletom com estrelas é considerado masculino, mas eu achei que pode ser neutro, se colocar um acessório mais feminino.

Não cheguei a comprar nenhum sapato simplesmente porque não me ocorreu! Mas eu adoro os sapatos da Tricae. Por aqui nos acertamos super bem com os tênis da marca!

Aproveite para dar uma olhada nas peças (restantes) em promoção e fique atento às demais coleções, pois acredito que vem mais por aí!

🙂


* A Tricae é uma loja parceira do blog. Esse post tem links afiliados para sua comodidade.

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Shampoo para Cabelos Oleosos, Arnica e Menta, Bio Extratus Botica

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Demorei, mas finalmente testei o shampoo de arnica e menta, para cabelos oleosos, da tão famosa linha Botica da Bio Extratus. Eu há muito ouço falar que ele é um queridinho para quem “sofre” com oleosidade, mas sempre encontrava outros produtos para testar…

Eu dei o azar de comprar esse shampoo logo antes de fazer uma escova orgânica no cabelo. Tão logo fiz, me recomendaram usar shampoo hidratante ou para cabelos coloridos para não “tirar o efeito” do tratamento. Comprei então um shampoo da linha Bonacure da Schwarzkopf, o Color Freeze… Gente, usar shampoo desse tipo em cabelo oleoso é tortura, né? Dei graças a Deus quando acabou o efeito da escova orgânica! Haha. Mas já estou ponderando fazer de novo >.<. A boa notícia é que no site da Bio Extratus diz que esse produto pode sim ser usado em cabelos com “progressiva”, pois é considerado leve. No entanto, eu prefiro seguir o profissional responsável pelo tratamento no meu cabelo ;).

Voltando a Bio Extratus, a marca diz que o shampoo foi:

Desenvolvido para reequilibrar a oleosidade natural dos fios. Confere brilho, volume, força e flexibilidade aos cabelos oleosos.
Arnica: Possui ação adstringente e tonificante. Combate o excesso de oleosidade e ajuda a estimular o crescimento capilar.

Aplique no cabelo molhado, massageando suavemente sem esfregar os fios. Enxágue bem, se necessário, repita a aplicação.

A textura é uma incógnita pra mim. Ele é líquido, porém consistente. Nesses dias frios ele é quase um gel.

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O que pude notar é que, com ele, meu cabelo não fica oleoso ao final do dia. Consigo lavar o cabelo “dia sim, dia não” sem ficar com oleosidade excessiva.

É bom? SIM.
Faz milagre? NÃO.

Ainda sonho com aquele shampoo perfeito que deixa o cabelo com cara de “lavei agora” por três dias {sonho de mãe}. Mas tenho certeza que não existe e nem existirá no meu tempo de vida… 😦

Paguei R$28 nesse produto e, embora o custo por uso não seja alto, acredito que existam shampoos mais baratos com efeito bem similar.

Eu nunca utilizo condicionador para cabelos oleosos, então junto com esse shampoo eu utilizei o condicionador de Henna, para cabelos escuros, da linha Botica. Gostei bastante do produto, pois os cabelos desembaraçam com facilidade e realmente não ficam ressecados. Porém, o valor também foi de R$28 e, sinceramente, acho que o resultado que notei nos cabelos é o mesmo do que um condicionador Pantene, por exemplo…

😉

Body Butter (Manteiga Corporal), Oliva, The Body Shop

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Depois do esfoliante, chegou a vez de falar da manteiga corporal, ou body butter, de oliva da The Body Shop.

Assim como seu par, o esfoliante, a manteiga tem um cheiro, textura e cremosidade “deliciosos”.

Segundo a marca:

Para todos os tipos de pele, a Body Butter tem alto poder de hidratação podendo durar até 24 horas. Possui em sua composição a manteiga de cacau, a manteiga de karité e o óleo de oliva orgânico. Além disso, derrete na pele e a deixa suave e macia.
O óleo de azeitona é rico em ácido oleico e antioxidantes naturais que ajudam a repor os níveis de hidratação da pele. Contém vitaminas A e F que ajudam a proteger e nutrir intensamente. É um excelente hidratante que derrete à temperatura do corpo. Ajuda na elasticidade da pele e previne as estrias. É um óleo versátil, leve e hidratante que forma uma barreira amaciadora quando aplicado, que deixa a pele aveludada.

Aplicar com as mãos no corpo depois do banho ou durante o dia para deixar a pele hidratada e perfumada.

A textura é consistente mas derrete ao toque. Mesmo parecendo dura a primeira vista, assim que se toca ela se torna macia e fácil de espalhar. Além disso, rende bastante!

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O que posso dizer é que a marca não mente quando diz que “derrete na pele e a deixa macia”. A sensação é muito gostosa e, realmente, ela fica no corpo, pois noto ela saindo na água no banho seguinte…

Abaixo, os ingredientes.butter ingredientes

A única coisa “chata” dos produtos da marca é que muitos contém parabenos. É interessante porque a marca é toda engajada socialmente e pró-orgânicos (ao menos é o que diz nas embalagens…), mas utiliza parabenos na composição…

Essa body butter custa R$62 no site da marca. Assim como o esfoliante, comprei no free shop em promoção e com um preço ótimo. Ainda assim, acho que vale o preço cobrado no Brasil.

Normalmente não noto os benefícios de produtos de corpo, mas o esfoliante e a manteiga de oliva da The Body Shop formam uma dupla imbatível na hidratação do corpo. Gosto tanto que fazem parte do meu “ritual” de final de semana!

🙂

P.s.: Mais sobre corpo? Manteiga Corporal Victoria’s Secret

Esfoliante em Creme, Oliva, The Body Shop

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Produto “novo” na área, gente! Haha!

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Usei esse esfoliante em creme de oliva, da The Body Shop, pela primeira vez no dia das mães, naquele momento “EU SOU MÃE. EU MEREÇO!”, e senti necessidade de compartilhar…

Ele tem um cheiro, uma textura, uma cremosidade, mmmmm. Quase dá vontade de comer!

Segundo a marca:

Deixa a pele deliciosamente perfumada com a fragrância suave de oliva. Possui uma hidratação e esfoliação com textura em creme e pode ser utilizado 1 ou 2 vezes por semana. Em sua composição tem casca de nozes e grânulos de azeitona. 200 ml.
Esfolia suavemente. Hidrata e amacia a pele. É muito rico em óleos graxos essenciais que ajudam a reparar a barreira que previne a perda de hidratação da pele, deixando-a macia. Hidrata e alimenta a pele. É um eficaz hidratante que ajuda a amaciar a pele.

Aplicar com as mãos no corpo depois do banho ou durante o dia para deixar a pele hidratada e perfumada.

Nota-se que o site da The Body Shop deve usar o tradutor do Google…

A textura é bastante consistente, como é possível ver na imagem abaixo, mas espalha sem problemas!

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E digo: é uma delícia aplicar no corpo! Diferente de alguns esfoliantes corporais, esse não dá nenhum desconforto, pelo contrário, é muito confortável a sensação dos grânulos na pele. Também, ele rende muito, pois utilizei bem pouco para esfoliar o corpo todo, que no meu caso, é bastante!

Além disso, a sensação de pele macia é incrível. Nunca havia sentido a pele macia dessa forma. Passa uma sensação de pele renovada, mesmo. Estou apaixonada!

Abaixo seguem os ingredientes do produto.

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Achei interessante que além da semente da azeitona, o que faz a esfoliação é também casca de nóz.

Esse produto custa R$70 na loja online da marca. Paguei, em promoção, US$9 no free shop, mas digo que vale muito o valor cobrado na nossa terrinha…

Eu já havia utilizado o esfoliante em gel de pomelo da The Body Shop. Pelo que pude notar no site, já não existe mais. Ele era também muito gostosa, porém não tinha como intuito hidratar a pele e não rendia tanto quanto esse. Embora o de pomelo fosse tão gostoso e refrescante que dizia na embalagem que aquele não era um produto comestível, dava mesmo vontade de comer…

Tenho gostado dos produtos da marca que tenho testado. Falo um pouco sobre eles no vídeo recente sobre a atual rotina de pele. Confere lá!

😉

Mais sobre corpo? Manteiga Corporal Victoria’s Secret

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Microblading: Sobrancelha Fio a Fio e Minha Experiência

Já sabemos a importância das sobrancelhas em nossa aparência e muito mais. Já contei para vocês sobre minha micropigmentação de sobrancelhas e agora é a vez do microblading

Minha micropigmentação já estava vencida há algum tempo quando decidi refazê-la. Porém, engravidei e então tudo ficou “em espera” para garantir a segurança do bebê. Finalmente, depois de quase dois anos de espera, resolvi ir atrás de uma nova solução para as sobrancelhas e decidi pela chamada sobrancelha “fio a fio”.

Se você não conhece o processo do microblading, trata-se de “entalhar” fios na sua sobrancelha com micro lâminas, com um aparelho parecido com um micro bisturi, e depois preencher esses cortes com pigmento.

Pesquisei muito e escolhi uma profissional muito bem indicada, que inclusive administra cursos sobre o assunto em Porto Alegre, e agendamos nossa sessão. Lá, preenchi a ficha de anamnese e conversamos. Desde o agendamento eu explicitei que tinha um bebê, então ela perguntou se eu ainda amamentava e respondi que sim, pela manhã e noite. Perguntei se tinha algum problema, contra indicação para o bebê, mas ela disse que era seguro.

Demos início ao processo e, na minha opinião, dói tanto quanto a micropigmentação, a qual eu comparo ao processo de depilação com cera quente na região da virilha (Haha!). Então, se você aguenta cera quente, você aguenta o resto!

Depois de cerca de uma hora, o resultado ficou ótimo! Fiquei muito feliz, mesmo! Infelizmente perdi as fotos do meu telefone, mas peguei um antes, durante e depois na FanPage deles:

MicroDoc

Como esperado, formou-se uma casquinha e me passaram um óleo (o qual eu até agora não sei o nome) para auxiliar na cicatrização. Além disso, as indicações eram ficar 24h sem molhar o local e 30 dias sem passar nenhum produto no local. Pois bem. Passei o óleo como indicado e cuidei ao máximo para lavar o rosto, mas em uma semana a casquinha caiu e levou com ela o pigmento. TODO o pigmento. Eu, apavorada por ficar sem sobrancelha e não poder preencher com maquiagem, entrei em contato, mas a resposta que tive foi de que nada se pode fazer até completar os 30 dias do processo de cicatrização. Sentiu o drama?

[Clique e conheça minha experiência com a micropigmentação de sobrancelhas!]

Então, depois de alguns desentendimentos e argumentos com a profissional, fui fazer o retoque, incluso no valor já pago. Conversando sobre meu caso, que pelo jeito foi o primeiro da carreira dela, me falou que dentro dos chamados fatores de clareamento, que fazem com que o processo possa dar errado e o pigmento “suma”, estão a amamentação, as doenças auto imunes e anemia. Bem, eu havia falado sobre a amamentação, mencionado a doença auto imune na ficha de anamnese, porém ela insistiu também que eu devo ter alguma anemia, mas essa eu não tenho pois faço exames frequentes.

Fiquei chateada porque o valor do procedimento é alto para simplesmente vê-lo ir “pelo ralo”. Então, me tivesse sido esclarecido que tinha uma grande possibilidade de não dar certo, eu teria desistido e feito a micropigmentação que eu já conheço. Então, achei que faltou um pouco de transparência da profissional. No entanto, o trabalho dela em si é muito bom. Quando fui fazer o retoque, tirei as fotos de antes e depois e mais…

Microblading

As imagens do Dia 0 se referem ao antes e depois feitos no local. O Dia 1 é o dia seguinte e o Dia 7 se refere a sete dias depois de refeito o procedimento.

Esse segundo procedimento demorou mais pois ela fez muito mais fios (na esperança que ficasse…) e bem mais delicados. Achei incrível! De uma delicadeza e naturalidade impressionantes. No entanto, como da primeira vez, novamente foi tudo “pelo ralo”.

Assim, sigo aqui sem sobrancelhas e desacreditada das técnicas “modernas”.  😦
Além disso, minha micropigmentação se foi completamente deixando apenas uma cicatriz, então preciso realmente construir minha sobrancelha diariamente. Inclusive, vi por aí um tal “carimbo” de sobrancelhas e fiquei muito curiosa, mas só vi sendo vendido lá fora… Se alguém souber mais informações, por favor compartilhe aqui nos comentários?!

Se você tem experiência com micropigmentação ou microblading, ou conhece alguém que tenha se submentido ao processo, conta aqui nos comentários, please!!!

😉

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Utensílios Importados para Introdução Alimentar do Bebê: vale ou não vale a pena?

Chegou a hora da Introdução Alimentar do bebê e você está ficando louca com as ínumeras opções de ítens nacionais e importados disponíveis para comprar?

Você é do tipo que pesquisa, pesquisa e pesquisa mais um pouco antes de comprar algum item pro seu bebê? Eu também! Você é do tipo que acha tudo frescura, mas quando o assunto é o bebê compra tudo que é frescura? Eu também! Haha!

Eu confesso que estava com medo da introdução alimentar. Stella teve cólicas severas e muitos gases até os seis meses de idade e eu só pensava que não poderia melhorar com comida de verdade, afinal, nós mesmos sofremos com isso a vida toda, certo? Pois bem. Eis que a menina tinha cinco meses e eu não tinha sequer uma colher de plástico em casa. Foi então que tive a oportunidade de fazer algumas compras dos Estados Unidos. (Abençoada seja a pessoa que trouxe uma caixa inteira com itens de alimentação para mim… A caixa era maior que a mala, gente! Que vergonha… #amoreterno)

Pesquisei a cada soneca da Stella, por dias, e acabei aproveitando várias promoções do site do Walmart americano e outro, e comprei tanta coisa, que vou guardar até para o segundo o filho! Sério, porque tem colheres que não usei e nem vou, porque a Stella agora quer garfo…

Escolhi fazer uma introdução alimentar mista, com BLW e papinha convencional.

O primeiro item que usei foi uma espécie de… alimentador?! É assim que chamam…

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Se coloca a fruta no compartimento de silicone e ela sai pelos furinhos a medida que o bebê chupa.
Comprei esse item porque tinha medo que ela engasgasse com o BLW, o que aconteceu muito, mas nunca a ponto de ter de fazer a manobra de Heimlich. Muito legal o item, mas não usei quase nada, porque logo a quantidade que ele suporta fica pequena demais pro apetite do bebê.

Abaixo estão alguns itens que deram super certo e gostei bastante.

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  1. Potinhos para a papinha Oxo Tot: Adorei esses potinhos! Fazia a papinha e colocava nos potinhos e direto no freezer. O fechamento da tampa é com silicone, o que assegura nenhuma entrada de ar ou vazamento. Na hora de descongelar é só tirar a tampa e colocar no microondas. O legal é que o pote tem gradação em ml, então você consegue saber quanto o bebê comeu. O chato é que a quantidade é pequena e logo fica pouco para o apetite do bebê. Esse não encontrei no Brasil, apenas um parecido.
  2. Prato Colorido Munchkin: O prato faz parte de um conjunto de cinco pratos que combinam com os bowls. Assim como todos que mencionei até agora, podem ir à lava-louças, freezer e microondas. Os pratos comecei a usar há pouco tempo e a capacidade rasa é a mesma do bowl, com a vantagem de poder separar bem os alimentos.
  3. Tigela Colorida Munchkin: Esse faz parte de um jogo com cinco bowls e esses eu uso muito. Foi o que mais usei até agora, porque as minhas papinhas sempre foram pastosas e, mesmo quando dava os alimentos separados, o pode é grande o suficiente para manter os alimentos separados. Esse deve ter capacidade de 300ml e é super prático.
  4. Tigela empilhável com Tampa Munchkin: Esse pote faz parte de um jogo de quatro potes com tampa e duas colheres. Nunca cheguei perto das colheres (eu disse que tinha comprado muita coisa…). Os potes tem cerca de 200ml cada e a tampa veda super bem. Nunca tive problemas de vazamento com eles!
  5. Colher Infantil Munchkin: Essa sim! Essa é a mais usada aqui em casa. Ela pega a maior quantidade de comida dentre as colheres de bebê que tenho, é macia o suficiente para não machucar, é bastante ergonômica e aguenta muitas mordidas! Ela faz parte de um jogo de seis colheres.
  6. Copo 360 Treinamento Antivazamento Munchkin: Gostei muito do conceito desse copo. Não conhecia, mas hoje sei que a Avent também tem sua versão. Eu achei muito legal porque, diferente dos copos de transição clássicos, esse não tem bico e o líquido sai quando a criança chupa. No entanto, a marca afirma que ele não vaza, mas não é o que acontece por aqui. Sem contar que quando a Stella deixa cair ou joga no chão, sai “bastante” líquido, o que é nada comparado aos copos de treinamento comuns.
  7. Pote Térmico Thermos Foogo: #muitoamor por esse pote. Primeiro porque não tinha pensado em um pote térmico como esse e, segundo, porque ele funciona muito bem e mantém a comida quente por muitas horas. Não achei nada equivalente por aqui, e o mais perto que encontrei foi o da $$Skip Hop (Haha!), mas li que não é tão bom quanto esse da Thermos.

Outro item muito bom que usei e uso bastante é uma forma de silicone para papinha. Até alguns meses atrás eu cozinhava os vegetais, amassava, colocava na forminha (30ml cada quadradinho) e congelava. Quando congelado eu tirava e estocava em saquinhos do tipo zip-lock. Era muito prático, pois na hora de comer era só pegar um ou dois quadradinhos de cada tipo e colocar no microondas. Hoje uso para fazer picolés, congelar caldos e coisas do tipo, visto que a Stella já come comida em pedaços.

Agora vamos ver alguns itens que não usei o quanto gostaria? Siiiiim!

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  1. Colher Lift Munchkin: Aí está outro item que achei super inteligente, afinal, uma colher que não toca a mesa é muito mais higiênica do que as outras. No entanto, a quantidade de comida que ela comporta é muito pequena e logo a gente se cansa de tantas idas e vindas.
  2. Colher de Silicone Munchkin: Essa eu li maravilhas. Comprei o jogo com duas e durante um tempo foi só com elas que a Stella comeu. Acho que vale sim a pena no início, pois realmente não tem chance do bebê se machucar. Além disso, ela pode ser usada como mordedor! Haha. Mas ela carrega uma quantidade de comida que logo fica pequena para o apetite do bebê.
  3. Tigela com ventosa Munchkin: Outra coisa que achei genial! Imagina que demais um pote que gruda na mesa e o bebê não pode derrubar? Pois bem. Além do fato de que o pote ficando na mesa não impede da comida ir para o chão, a ventosa não gruda como deveria, ou melhor, gruda, mas desgruda. Testei na superfície plástica do cadeirão e na mesa de vidro. Em ambas ele fica grudado até soltar repentinamente, sozinho, sem razão alguma. Simplesmente PUFF. Solta! No entanto, eu uso assim mesmo, apenas fico conferindo se ainda está grudado…
  4. Prato Térmico Momma Lansinoh: Comprei esse prato por achar muito boa a idéia de poder colocar água quente para manter a comida morna. Assim que fui usar me dei conta que eu havia esquecido de um grande invento do século XX: o microondas. Não existe necessidade de um prato de água quente quando se tem um microondas, não é? Mas lembro que comprei também por achar muito legal o fato de ter a base emborrachada. Embora ele possa também ir ao microondas, como ele é maior que os demais pratos que iuso, como o da Munchkin, ele acaba ficando de lado.

Por fim, o Copo Momma Lansinoh: Super bem bolada a idéia de um copo redondo, ao estilo João Bobo, que não toca a mesa, chão, o que for. E é mesmo! Ele também tem canudo retrátil e não vaza. Eu uso muito porque tem uma capacidade boa e comporta bastante líquido. Só que ele toca o chão, sim. Quando o canudo está de pé, que é quando o bebê está com ele para beber, ele vira o suficiente para o canudo tocar o chão. Também, embora não vaze, algumas vezes o ar fica preso no canudo e quando a gente mexe, a bolha sai e traz líquido junto. Ah, e tem que sugar com bastante força para sair líquido…

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Como eu disse, eu comprei muita coisa. Tem coisas que recém comecei a usar, como o o Pote Porta Biscoitinho, da Munchkin, que o bebê tem que por a mão dentro para pegar o lanche e quando puxa, o lanche que está “demais” fica retido no pote. A Stella consegue por a mão, demorou um pouco pra entender que tem que por a mão fechada pra conseguir pegar o que tem dentro, mas já está craque!

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Ah, para entender o que eu falei das colheres, dá uma olhada na diferença entre elas:

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Embora o tamanho da cabeça da colher pareça o mesmo em todas, a profundidade difere.

[Você pode encontrar a maioria desses produtos no e-comerce do Walmart, Baby, Tricae e Bebê Store!]

O que eu posso dizer de tudo isso que comprei “da gringa”? Que é muita frescura para uma criança que quer mesmo jogar tudo no chão! Ela adora o talher de metal que faz barulho e eu acabo dando comida em prato comum porque esse ela não tem força de jogar no chão e, para andar de um lado pro outro, eu levo água na mamadeira, porque é a única coisa que não vaza nenhum pouco e cabe no “porta-mamadeiras” térmico.

Além disso, tenho uma amiga, cuja filha mama exclusivamente no peito e come seguindo o BLW, que não parece sentir falta de nada disso. A bebê dela bebe líquidos em copo pequeno, daqueles de cachaça, sozinha, pegando com as duas mãos. A comida ela deixa direto na bandeja e, sim, fica uma bagunça louca, mas aqui em casa eu coloco em prato e dou uma colher pra ela e ela joga pra todos os lados, da mesma forma que faz quando faço BLW.

Assim, acho que, salvo alguns itens, ninguém sente falta realmente desses importados. Já temos boas marcas que se preocupam em produzir sem BPA e em trazer as novidades para o mercado brasileiro. A forma de silicone pode ser facilmente substituída por formas de gelo, por exemplo. Se você usar colher de metal, seu bebê vai morder uma vez, vai doer e ele vai aprender a não fazer de novo… E por aí vai.

É engraçado como a gente só adquire conhecimento por experiência nesse mundo da maternidade. Aprendi muito isso com o enxoval, os móveis do quarto… Nossa! Mas vamos deixar esse papo para outra hora.

Espero que tenha ajudado alguma das mamães que como eu acabam querendo comprar um mundo de coisas porque parece ser “o melhor para o bebê”. Cada vez mais eu estou achando que o melhor para o bebê é mesmo a mãe! 

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