Microblading: Sobrancelha Fio a Fio e Minha Experiência

Já sabemos a importância das sobrancelhas em nossa aparência e muito mais. Já contei para vocês sobre minha micropigmentação de sobrancelhas e agora é a vez do microblading

Minha micropigmentação já estava vencida há algum tempo quando decidi refazê-la. Porém, engravidei e então tudo ficou “em espera” para garantir a segurança do bebê. Finalmente, depois de quase dois anos de espera, resolvi ir atrás de uma nova solução para as sobrancelhas e decidi pela chamada sobrancelha “fio a fio”.

Se você não conhece o processo do microblading, trata-se de “entalhar” fios na sua sobrancelha com micro lâminas, com um aparelho parecido com um micro bisturi, e depois preencher esses cortes com pigmento.

Pesquisei muito e escolhi uma profissional muito bem indicada, que inclusive administra cursos sobre o assunto em Porto Alegre, e agendamos nossa sessão. Lá, preenchi a ficha de anamnese e conversamos. Desde o agendamento eu explicitei que tinha um bebê, então ela perguntou se eu ainda amamentava e respondi que sim, pela manhã e noite. Perguntei se tinha algum problema, contra indicação para o bebê, mas ela disse que era seguro.

Demos início ao processo e, na minha opinião, dói tanto quanto a micropigmentação, a qual eu comparo ao processo de depilação com cera quente na região da virilha (Haha!). Então, se você aguenta cera quente, você aguenta o resto!

Depois de cerca de uma hora, o resultado ficou ótimo! Fiquei muito feliz, mesmo! Infelizmente perdi as fotos do meu telefone, mas peguei um antes, durante e depois na FanPage deles:

MicroDoc

Como esperado, formou-se uma casquinha e me passaram um óleo (o qual eu até agora não sei o nome) para auxiliar na cicatrização. Além disso, as indicações eram ficar 24h sem molhar o local e 30 dias sem passar nenhum produto no local. Pois bem. Passei o óleo como indicado e cuidei ao máximo para lavar o rosto, mas em uma semana a casquinha caiu e levou com ela o pigmento. TODO o pigmento. Eu, apavorada por ficar sem sobrancelha e não poder preencher com maquiagem, entrei em contato, mas a resposta que tive foi de que nada se pode fazer até completar os 30 dias do processo de cicatrização. Sentiu o drama?

[Clique e conheça minha experiência com a micropigmentação de sobrancelhas!]

Então, depois de alguns desentendimentos e argumentos com a profissional, fui fazer o retoque, incluso no valor já pago. Conversando sobre meu caso, que pelo jeito foi o primeiro da carreira dela, me falou que dentro dos chamados fatores de clareamento, que fazem com que o processo possa dar errado e o pigmento “suma”, estão a amamentação, as doenças auto imunes e anemia. Bem, eu havia falado sobre a amamentação, mencionado a doença auto imune na ficha de anamnese, porém ela insistiu também que eu devo ter alguma anemia, mas essa eu não tenho pois faço exames frequentes.

Fiquei chateada porque o valor do procedimento é alto para simplesmente vê-lo ir “pelo ralo”. Então, me tivesse sido esclarecido que tinha uma grande possibilidade de não dar certo, eu teria desistido e feito a micropigmentação que eu já conheço. Então, achei que faltou um pouco de transparência da profissional. No entanto, o trabalho dela em si é muito bom. Quando fui fazer o retoque, tirei as fotos de antes e depois e mais…

Microblading

As imagens do Dia 0 se referem ao antes e depois feitos no local. O Dia 1 é o dia seguinte e o Dia 7 se refere a sete dias depois de refeito o procedimento.

Esse segundo procedimento demorou mais pois ela fez muito mais fios (na esperança que ficasse…) e bem mais delicados. Achei incrível! De uma delicadeza e naturalidade impressionantes. No entanto, como da primeira vez, novamente foi tudo “pelo ralo”.

Assim, sigo aqui sem sobrancelhas e desacreditada das técnicas “modernas”.  😦
Além disso, minha micropigmentação se foi completamente deixando apenas uma cicatriz, então preciso realmente construir minha sobrancelha diariamente. Inclusive, vi por aí um tal “carimbo” de sobrancelhas e fiquei muito curiosa, mas só vi sendo vendido lá fora… Se alguém souber mais informações, por favor compartilhe aqui nos comentários?!

Se você tem experiência com micropigmentação ou microblading, ou conhece alguém que tenha se submentido ao processo, conta aqui nos comentários, please!!!

😉

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Utensílios Importados para Introdução Alimentar do Bebê: vale ou não vale a pena?

Chegou a hora da Introdução Alimentar do bebê e você está ficando louca com as ínumeras opções de ítens nacionais e importados disponíveis para comprar?

Você é do tipo que pesquisa, pesquisa e pesquisa mais um pouco antes de comprar algum item pro seu bebê? Eu também! Você é do tipo que acha tudo frescura, mas quando o assunto é o bebê compra tudo que é frescura? Eu também! Haha!

Eu confesso que estava com medo da introdução alimentar. Stella teve cólicas severas e muitos gases até os seis meses de idade e eu só pensava que não poderia melhorar com comida de verdade, afinal, nós mesmos sofremos com isso a vida toda, certo? Pois bem. Eis que a menina tinha cinco meses e eu não tinha sequer uma colher de plástico em casa. Foi então que tive a oportunidade de fazer algumas compras dos Estados Unidos. (Abençoada seja a pessoa que trouxe uma caixa inteira com itens de alimentação para mim… A caixa era maior que a mala, gente! Que vergonha… #amoreterno)

Pesquisei a cada soneca da Stella, por dias, e acabei aproveitando várias promoções do site do Walmart americano e outro, e comprei tanta coisa, que vou guardar até para o segundo o filho! Sério, porque tem colheres que não usei e nem vou, porque a Stella agora quer garfo…

Escolhi fazer uma introdução alimentar mista, com BLW e papinha convencional.

O primeiro item que usei foi uma espécie de… alimentador?! É assim que chamam…

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Se coloca a fruta no compartimento de silicone e ela sai pelos furinhos a medida que o bebê chupa.
Comprei esse item porque tinha medo que ela engasgasse com o BLW, o que aconteceu muito, mas nunca a ponto de ter de fazer a manobra de Heimlich. Muito legal o item, mas não usei quase nada, porque logo a quantidade que ele suporta fica pequena demais pro apetite do bebê.

Abaixo estão alguns itens que deram super certo e gostei bastante.

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  1. Potinhos para a papinha Oxo Tot: Adorei esses potinhos! Fazia a papinha e colocava nos potinhos e direto no freezer. O fechamento da tampa é com silicone, o que assegura nenhuma entrada de ar ou vazamento. Na hora de descongelar é só tirar a tampa e colocar no microondas. O legal é que o pote tem gradação em ml, então você consegue saber quanto o bebê comeu. O chato é que a quantidade é pequena e logo fica pouco para o apetite do bebê. Esse não encontrei no Brasil, apenas um parecido.
  2. Prato Colorido Munchkin: O prato faz parte de um conjunto de cinco pratos que combinam com os bowls. Assim como todos que mencionei até agora, podem ir à lava-louças, freezer e microondas. Os pratos comecei a usar há pouco tempo e a capacidade rasa é a mesma do bowl, com a vantagem de poder separar bem os alimentos.
  3. Tigela Colorida Munchkin: Esse faz parte de um jogo com cinco bowls e esses eu uso muito. Foi o que mais usei até agora, porque as minhas papinhas sempre foram pastosas e, mesmo quando dava os alimentos separados, o pode é grande o suficiente para manter os alimentos separados. Esse deve ter capacidade de 300ml e é super prático.
  4. Tigela empilhável com Tampa Munchkin: Esse pote faz parte de um jogo de quatro potes com tampa e duas colheres. Nunca cheguei perto das colheres (eu disse que tinha comprado muita coisa…). Os potes tem cerca de 200ml cada e a tampa veda super bem. Nunca tive problemas de vazamento com eles!
  5. Colher Infantil Munchkin: Essa sim! Essa é a mais usada aqui em casa. Ela pega a maior quantidade de comida dentre as colheres de bebê que tenho, é macia o suficiente para não machucar, é bastante ergonômica e aguenta muitas mordidas! Ela faz parte de um jogo de seis colheres.
  6. Copo 360 Treinamento Antivazamento Munchkin: Gostei muito do conceito desse copo. Não conhecia, mas hoje sei que a Avent também tem sua versão. Eu achei muito legal porque, diferente dos copos de transição clássicos, esse não tem bico e o líquido sai quando a criança chupa. No entanto, a marca afirma que ele não vaza, mas não é o que acontece por aqui. Sem contar que quando a Stella deixa cair ou joga no chão, sai “bastante” líquido, o que é nada comparado aos copos de treinamento comuns.
  7. Pote Térmico Thermos Foogo: #muitoamor por esse pote. Primeiro porque não tinha pensado em um pote térmico como esse e, segundo, porque ele funciona muito bem e mantém a comida quente por muitas horas. Não achei nada equivalente por aqui, e o mais perto que encontrei foi o da $$Skip Hop (Haha!), mas li que não é tão bom quanto esse da Thermos.

Outro item muito bom que usei e uso bastante é uma forma de silicone para papinha. Até alguns meses atrás eu cozinhava os vegetais, amassava, colocava na forminha (30ml cada quadradinho) e congelava. Quando congelado eu tirava e estocava em saquinhos do tipo zip-lock. Era muito prático, pois na hora de comer era só pegar um ou dois quadradinhos de cada tipo e colocar no microondas. Hoje uso para fazer picolés, congelar caldos e coisas do tipo, visto que a Stella já come comida em pedaços.

Agora vamos ver alguns itens que não usei o quanto gostaria? Siiiiim!

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  1. Colher Lift Munchkin: Aí está outro item que achei super inteligente, afinal, uma colher que não toca a mesa é muito mais higiênica do que as outras. No entanto, a quantidade de comida que ela comporta é muito pequena e logo a gente se cansa de tantas idas e vindas.
  2. Colher de Silicone Munchkin: Essa eu li maravilhas. Comprei o jogo com duas e durante um tempo foi só com elas que a Stella comeu. Acho que vale sim a pena no início, pois realmente não tem chance do bebê se machucar. Além disso, ela pode ser usada como mordedor! Haha. Mas ela carrega uma quantidade de comida que logo fica pequena para o apetite do bebê.
  3. Tigela com ventosa Munchkin: Outra coisa que achei genial! Imagina que demais um pote que gruda na mesa e o bebê não pode derrubar? Pois bem. Além do fato de que o pote ficando na mesa não impede da comida ir para o chão, a ventosa não gruda como deveria, ou melhor, gruda, mas desgruda. Testei na superfície plástica do cadeirão e na mesa de vidro. Em ambas ele fica grudado até soltar repentinamente, sozinho, sem razão alguma. Simplesmente PUFF. Solta! No entanto, eu uso assim mesmo, apenas fico conferindo se ainda está grudado…
  4. Prato Térmico Momma Lansinoh: Comprei esse prato por achar muito boa a idéia de poder colocar água quente para manter a comida morna. Assim que fui usar me dei conta que eu havia esquecido de um grande invento do século XX: o microondas. Não existe necessidade de um prato de água quente quando se tem um microondas, não é? Mas lembro que comprei também por achar muito legal o fato de ter a base emborrachada. Embora ele possa também ir ao microondas, como ele é maior que os demais pratos que iuso, como o da Munchkin, ele acaba ficando de lado.

Por fim, o Copo Momma Lansinoh: Super bem bolada a idéia de um copo redondo, ao estilo João Bobo, que não toca a mesa, chão, o que for. E é mesmo! Ele também tem canudo retrátil e não vaza. Eu uso muito porque tem uma capacidade boa e comporta bastante líquido. Só que ele toca o chão, sim. Quando o canudo está de pé, que é quando o bebê está com ele para beber, ele vira o suficiente para o canudo tocar o chão. Também, embora não vaze, algumas vezes o ar fica preso no canudo e quando a gente mexe, a bolha sai e traz líquido junto. Ah, e tem que sugar com bastante força para sair líquido…

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Como eu disse, eu comprei muita coisa. Tem coisas que recém comecei a usar, como o o Pote Porta Biscoitinho, da Munchkin, que o bebê tem que por a mão dentro para pegar o lanche e quando puxa, o lanche que está “demais” fica retido no pote. A Stella consegue por a mão, demorou um pouco pra entender que tem que por a mão fechada pra conseguir pegar o que tem dentro, mas já está craque!

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Ah, para entender o que eu falei das colheres, dá uma olhada na diferença entre elas:

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Embora o tamanho da cabeça da colher pareça o mesmo em todas, a profundidade difere.

[Você pode encontrar a maioria desses produtos no e-comerce do Walmart, Baby, Tricae e Bebê Store!]

O que eu posso dizer de tudo isso que comprei “da gringa”? Que é muita frescura para uma criança que quer mesmo jogar tudo no chão! Ela adora o talher de metal que faz barulho e eu acabo dando comida em prato comum porque esse ela não tem força de jogar no chão e, para andar de um lado pro outro, eu levo água na mamadeira, porque é a única coisa que não vaza nenhum pouco e cabe no “porta-mamadeiras” térmico.

Além disso, tenho uma amiga, cuja filha mama exclusivamente no peito e come seguindo o BLW, que não parece sentir falta de nada disso. A bebê dela bebe líquidos em copo pequeno, daqueles de cachaça, sozinha, pegando com as duas mãos. A comida ela deixa direto na bandeja e, sim, fica uma bagunça louca, mas aqui em casa eu coloco em prato e dou uma colher pra ela e ela joga pra todos os lados, da mesma forma que faz quando faço BLW.

Assim, acho que, salvo alguns itens, ninguém sente falta realmente desses importados. Já temos boas marcas que se preocupam em produzir sem BPA e em trazer as novidades para o mercado brasileiro. A forma de silicone pode ser facilmente substituída por formas de gelo, por exemplo. Se você usar colher de metal, seu bebê vai morder uma vez, vai doer e ele vai aprender a não fazer de novo… E por aí vai.

É engraçado como a gente só adquire conhecimento por experiência nesse mundo da maternidade. Aprendi muito isso com o enxoval, os móveis do quarto… Nossa! Mas vamos deixar esse papo para outra hora.

Espero que tenha ajudado alguma das mamães que como eu acabam querendo comprar um mundo de coisas porque parece ser “o melhor para o bebê”. Cada vez mais eu estou achando que o melhor para o bebê é mesmo a mãe! 

😉

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Esse post contém links afiliados para sua conveniência.

Carter’s vs. Child of Mine: tem difereça?

Spoil Allert: Não tem diferença.

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Chegou a hora de fazer o enxoval de bebê? Está pensando em como comprar Carter’s no Brasil? Então você precisa ler este post…

No início de março dei a dica de comprar roupas de bebê da marca Child of Mine made by Carter’s, no site do Walmart Brasil*. Hoje venho mostrar para vocês algumas das últimas compras e fazer uma comparação entre as roupas da marca com as roupas da Carter’s compradas nos Estados Unidos. É importante ressaltar que as roupas da Child of Mine são uma linha produzida pela Carter’s para ser vendida exclusivamente pela rede Walmart. São um pouco mais baratas que as peças da Carter’s, se não me engano, e distribuídas também pelo Walmart Brasil.

[Faça seu enxoval com a Child of Mine! Clique aqui!]

As primeiras roupas que comprei, em janeiro de 2016, tinham a “etiqueta” impressa diretamente na roupa, como acontece nas roupas da Child of Mine compradas nos Estados Unidos. Já as recentes estão com uma etiqueta em português, nos moldes brasileiros, embora a etiqueta de papel ainda esteja escrita em inglês.

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Lembro que achei incrível a possibilidade de comprar a marca no Brasil, da comodidade da minha casa e ainda receber via transportadora pagando um frete muito bom (em geral  R$4,99 para S e SE)… Além disso, o preço das peças é muito bom. Com raras exceções, sempre tem peças em promoção. Embora as peças promocionais não costumam ser as “novidades” da marca, ainda são muito fofas e funcionais, claro.

Confere abaixo o que andei comprando…

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A marca, tanto Carter’s quanto Child of Mine, é conhecida por suas peças básicas de bom preço e qualidade. Normalmente você não encontra peças muito elaboradas, embora a Carter’s tenha até vestido de festa. No entanto, os mais entendidos dizem que você encontra roupas mais “arrumadinhas”, como em jeans e tecidos finos, de melhor qualidade em outras marcas e pelo mesmo preço. Como meu estilo de roupas para bebês não inclui nem plumas nem paetês, eu me identifico muito com o que a Carter’s tem a oferecer.

Além de bom preço e qualidade, a Carter’s produz roupas mágicas. Eu digo mágicas porque a maioria dos bodies de bebê tem a característica de acompanhar o crescimento da criança. Não sou só eu que notei, não. A Lu Ferreira do blog/canal Chata de Galocha também acha. Mas voltando ao meu caso, as primeiras roupinhas que comprei da marca Child of Mine foram dois kits: um kit de duas calças e um kit de três bodies, combinando. Se não me engano o primeiro foi R$39,90 e o segundo $49,90, em promoção do valor original R$59,90. Eu não sei vocês, mas eu acho R$20 um preço muito bom por peça de roupa infantil. Quando estava grávida via peças básicas de R$30-35. E olha que não eram de marcas conhecidas e nem peças mágicas! Haha. Eu posso afirmar pra vocês que um desses bodies eu usei até os seis meses da Stella e tenho uma foto dela com um deles aos oito meses, mas já usando o extensor de body, um grande amigo das mamães.

Acredito que nesse valor de R$20 a peça com uma qualidade razoável, só encontro na loja Clube do Dino. Mas a qualidade é bem inferior aos produtos da Carter’s. Além disso, para mim, o fato das roupas da Carter’s e Child of Mine poderem ir à secadora de roupas é uma super vantagem. Moro num lugar muito úmido, então uso muito a secadora e, embora muitos digam que secadora de roupas estrague as roupas, eu vou me arriscar a dizer que estraga apenas roupas de qualidade duvidosa, pois os bodies da Carter’s estão todos inteiros! Outra peça que fica super inteira são as peças atoalhadas. Já as de fleece (poliéster) não se mantém tão bonitas por tanto tempo, além dessas não serem mágicas.

[Compre aqui peças em promoção Child of Mine!]

Outra vantagem da marca é o valor de repasse. Se você entrar em site como o Enjoei e Ficou Pequeno, verá muitas roupas de ambas as marcas, usadas, sendo revendidas a um preço legalzinho. E sai bem, viu? Vendi no Enjoei um vestido “rendado” branco da Carter’s  por R$75 reais… Não vou nem dizer o valor pago, mas foi menos que isso!

A única coisa importante de se tomar cuidado nas roupas da marca é o tamanho. Não é de maneira nenhuma algo ruim, pelo contrário, acho ótimo por ser padronizado em comparação com as diferentes confecções brasileiras que fazem com que, para um mesmo bebê, você tenha roupas M, G e GG, todas sendo usadas ao mesmo tempo.

A Carter’s padroniza por comprimento e peso, mas o comprimento é o que realmente importa. Assim, atualmente eu não compro pela idade em si, mas pelo comprimento. Por exemplo, Stella está com 14 meses e 75 centímetros. Minhas últimas compras foram de peças Child of Mine de 6 a 12 meses, ou seja, de 67 a 78 centímetros, porque preciso usar para agora. Nesse ponto, a Child of Mine tem uma diferença e até uma desvantagem em relação à Carter’s, pois sua tabela de medidas para bodies e calças vai de 0-3 meses, 3-6, 6-12, 12-18, 18-24. Nas demais peças, como os macacões, a divisão do tamanho segue o padrão da Carter’s, que vai de 0-3, 3-6, 6-9, 9-12, 12-18, 18-24 (vide tabelas abaixo).

Poxa, de 6-12 meses são 9 centímetros de diferença. Você compra para seis meses e fica sobrando quase dez centímetros? Não acho legal. Ainda bem que até os oito meses você vai estar usando ainda as roupas de 3-6, ou de 0-3, como no meu caso, afinal, elas são mágicas. Haha!

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Com relação à qualidade, eu vou bater o martelo e dizer que é a mesma. Abaixo mostro a comparação de um body básico, branco, manga longa, tamanho 18 meses, de ambas.

O país de origem é o mesmo (embora vários sejam os países que produzem para a Carter’s), assim como as indicações de lavagem de cada peça.

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Na imagem que mostra o tecido em detalhe, lado a lado, não existe diferença entra as marcas.

O tamanho é exatamente o mesmo, para crianças de 78 a 82 centímetros, o que me faz pensar que os bebês americanos devam ser um pouco mais altos quando se compara com as médias brasileiras (dados facilmente encontrados online).

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Onde notei difereça foi na inserção do fechamento nas peças. Embora isso não afete o tamanho, o fechamento da Carter’s é um pouco mais para cima, ou seja, tem mais tecido para a parte do bumbum. Eu prefiro assim. Inclusive, não me acerto com os bodies brasileiros que, em maioria, tem o fechamento muito baixo, quase sem diferença entre frente e trás, o que parece um pouco desconfortável para o bebê, pois o body às vezes aperta as coxinhas…

Outra coisa que ambos possuem e eu considero muito legal é o reforço na região de fechamento entre as pernas. Acho importante porque já perdi body “comum” por puxar na correria.

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Outro ponto que acho muito legal das marcas é a variedade de roupas para meninos e o fato dessas roupas não parecerem todas roupas para mini adultos. Eu gosto de bebê com roupa de bebê! Muitas roupas que vejo no Brasil, para meninos principalmente, são camisas, coletes, jeans e suéteres. Eu gosto mesmo do bom e velho macacão, ou tiptop, como eu conhecia até engravidar, porque acho que era só a marca Tip Top que fazia macacões antigamente… (?) Haha! No entanto, acho as roupas da Carter’s mais bonitinhas que as da Child of Mine, embora sigam o mesmo padrão, como você pode ver na imagem do macacão da Carter’s (coleção do inverno passado) versus o que comprei no Walmart Brasil agora em março.

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Em resumo, o que posso dizer, de acordo com a minha experiência com ambas as marcas, é que não existe diferença significativa na qualidade ou tamanho de uma em relação à outra.

Dei muita sorte e consegui que cerca de 60% das roupas que a Stella usou até 1 ano tenham sido da Carter’s, embora eu não tenha ido aos Estados Unidos para comprar, ou da Child of Mine, tanto do Walmart americanos quanto do Brasil. Fiquei até frustrada com as roupas de marcas brasileiras quando ganhei ou precisei comprar. Primeiro porque a maioria precisa ser lavada a mão e eu não tenho esse perfil (MEEESMO!). Estrago a roupa, mas não lavo a mão! Segundo, porque a maioria não permite secagem em secadora. E em terceiro, porque os tamanhos me parecem uma bagunça! Sem contar que depois de usar um macacão de fleece ou microfleece, os de soft ou aqueles que imitam veludo, parecem roupa de meia estação e não inverno…

Stella passou seu primeiro inverno com body + macacão de fleece. Acho que se precisei colocar uma calça por baixo foi uma vez. Enquanto isso via minhas amigas preparando os bebês igual lasanha: em camadas! Ganhei um macacão de microfleece da Child of Mine de uma amiga quando ela foi conhecer a Stella. Depois de ver a qualidade, comprei mais três no Enjoei e Ficou Pequeno, porque simplesmente não tinha no site do Walmart. Vocês podem notar nas fotos do Instagram que ela passou todo o inverno de macacão cinza ou de oncinha. Não teve glamour, mas não teve frio também! Haha. E agora eles aquecerão outro bebê, pois já estão à venda.

Espero ter ajudado àquelas mamães que tem dúvidas quanto a Child of Mine.

Aproveite e confira as ofertas da sessão de bebês no walmart.com! 


*Loja Parceira

Effaclar BB Blur, La Roche-Posay

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O Effaclar BB Blur da La Roche-Posay não é mais novidade no mercado, embora tenha sido quando comecei a usar! >.<

Confesso que minha demora a postar (além de tudo o que vocês já sabem… :P) foi minha decepção com o produto assim que iniciei o uso.
Primeiro, a cor não ficou certa para mim e isso foi um ponto chato, uma vez que é de cor “universal”, seguindo a idéia de que ele se adapta a qualquer tonalidade de pele dentro de uma gama de tons específica – fizeram a média de tonalidades de peles brasileiras… A cor pode ser vista concentrada e esfumada na imagem abaixo.

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Segundo, a textura é leve, como um mousse, o que é muito bom. Porém, notei que ao longo do dia ela tende a sair se passar a mão no rosto – algo que eu faço com frequência…

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No entanto, ele é fácil de espalhar com os dedos e tem uma cobertura bastante boa para um “BB”. Eu não testei aplicar o produto de nenhuma outra forma, pois acho que a textura mousse favorece a aplicação dos os dedos mesmo!

Um ponto bastante positivo é o rendimento. Um pouco rende muito! Infelizmente, o preço é bem alto. Ainda assim, é bom considerar que é uma marca de produtos de alta qualidade, tecnologia e formulação… No entanto, o FPS 24 é muito baixo para nosso país tropical. Porém, eu entendo que exista uma dificuldade em aliar proteção com uma fórmula sequinha e com boa cobertura. Mas eu realmente não quero passar um filtro solar antes desse produto pois acredito que pode comprometer a durabilidade. Como o único filtro de toque seco que tenho seja com FPS 30, por “seis graus” de proteção acho que não vale aplicar antes! 😛

Abaixo, informações gerais e de uso…

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E formulação…

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Devido as mudanças na pele durante a gravidez, eu utilizei esse produto apenas nos períodos em que não esteve tão frio aqui para os meus lados… Quando o tempo seco atacou, precisei de algo com um pouco de hidratação para me sentir confortável. Agora que começou a esquentar novamente, resgatei o produto da gaveta!

Resumindo: achei um produto interessante, com boa cobertura e textura, mas não consegui perceber o que tem de tão especial para justificar o valor pago pelo produto.

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Solução Micelar: o que, como e o resultado!

Nessa segunda não consegui reunir links interessantes o suficiente… Mas tem post!

Solução Micelar | NND

Oh, não! Mais um post na web sobre água micelar? Pois sim. Porque agora eu experimentei! Hahaha.

Lendo algumas resenhas negativas de produtos como a Bioderma, eu prometi que jamais compraria uma solução micelar porque “não funciona”. Eis que ganhei! Haha. E como “de graça até injeção na testa”, por que não, né?

Fui então pesquisar sobre o produto e achei muito interessante e muito coerente com a pele. Se você não conhece, a água ou solução micelar é um produto composto essencialmente de água e óleo, que existe desde o início de 1900. Mas não se assuste! O produto não tem nada de oleoso… Essa composição de água e micropartículas de óleo formam as micelas, moléculas com características hidro e lipofílicas, ou seja, moléculas com uma região de afinidade à água e outra ao óleo, exatamente como a membrana plasmática das nossas células. Isso faz com que a solução consiga se agarras às partículas de sujeira – normalmente oleosas – e carregá-las com a água. Assim, o produto limpa a pele, retirando as impurezas, mas não resseca a pele pois não tira totalmente a oleosidade natural que a pele possui. Então, é um produto que pode ser usado por todos os tipos de pele, inclusive as mais sensíveis, pois não agride a pele.

O problema é que por ser um produto mais “natural”, sem sabão, álcool, corante ou perfume (normalmente…), as pessoas acham que não fará sua mágica, ou seja, não terá efeito. Principalmente quem tem pele oleosa que costuma amar aquela sensação terrível de pele repuxada, né? Ai, ai, ai…
Mas a solução micelar é, na verdade, um produto bastante completo pois limpa sem causar desequilíbrio ao pH da pele e sem retirar totalmente a oleosidade natural, logo, não precisaríamos de tônico ou hidratante. No entanto, ela pode ser associada a outros produtos para dar aquela sensação que cada um mais gosta, como um hidratante mais potente para as peles mais secas e uma loção adstringente para as oleosas de plantão.

Tudo muito bonito, né? Mas funciona?

Eu testei…

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… que tem a seguinte descrição:

Água Micelar La roche | NND

Notem que a La Roche-Posay trata o produto como um agente de limpeza e demaquilante. Não fala nada sobre tônico, o que eu já vi em outros produtos…

Na composição, esse produto tem perfume.

Água Micelar La Roche

Eu fiquei meio #chateada de o produto não falar de tônico e hidratação, mas… Vai ver que a composição deles não tem essa característica mesmo!

Como eu havia visto resenhas da Bioderma falando que não limpava nada, que depois de limpar com o produto a pessoa passou um tônico e o algodão saiu imundo e tal, eu resolvi testar. Testei passando somente o produto após um dia de maquiagem pesada, após um dia sem maquiagem, e no lugar do tônico após o sabonete de limpeza (3 em 1, Mary Kay, pele oleosa). Eis o resultado:

Água Micelar funciona | NND

O primeiro foi o SEGUNDO algodão com a solução usada sozinha para limpar o rosto com maquiagem pesada (primer, base, pós, corretivo…), ou seja, um algodão só não basta e ainda passei demaquilante bifásico porque, embora ela até tire bem a maquiagem dos olhos, eu me sinto melhor com um demaquilante bifásico! Do lado, o algodão que passei após o sabonete, no lugar do tônico. Veja como mesmo usando um sabonete potente de limpeza e demaquilante, ainda tem resíduos. Saiu mais resíduo com a solução micelar do que sai normalmente com o tônico. Os dois algodões abaixo são dois exemplares de dias em que não maquiei e não fiquei muito tempo na rua.
Embora sem foto, testei também passar um algodão após um lenço demaquilante e ficou um pouco mais sujo que o primeiro algodão…

De maneira geral, nos dias de pouca maquiagem ou nenhuma maquiagem eu usei só a solução numa boa, mas com a maquiagem pesada eu não me senti confortável, não… Senti a necessidade da água lavando meu rosto e a espuma do sabonete borbulhando. Pelo que dá para ver no resultado acima, é uma coisa bem psicológica essa necessidade, porque dois algodões de solução micelar fazem o trabalho. Até, no algodão da direita não dá para ver, mas tem um pouco de máscara de cílios nele…

Eu usei o produto durante o inverno por duas razões: o frio me desencorajou a lavar o rosto na água gelada e a gravidez deixou minha pele mais seca, ao ponto de só usar hidratante para pele seca e passar Bepantol na ponta do nariz! Considerando que grávida não pode nem olhar pro lado, o produto casou perfeito para esse momento e eu gostei muito dos resultados. Acho que vale a pena testar sim e, quem sabe, tentar se livrar da idéia que como brasileiros temos de que o que lava mesmo é a espuma! Haha.

As soluções/ águas micelares tem diferentes composições e agentes aditivos. Aqui você pode conferir algumas opções do mercado e como cada marca trata esse produto.

Os preços não são convidativos. O meu exemplar custa R$99 e o mais barato que achei foi da Bourjois, que enfatiza o benefício em peles sensíveis. E nós já sabemos que o pessoal da pele oleosa gosta de passar longe dos produtos de pele sensível, como se uma coisa excluísse a outra, né? >.<

UPDATE (março 2017): Nada como a livre concorrência, não é mesmo? Hoje já podemos achar diversas opções de marcas de baixo custo para esse produto! Até a Panvel Farmácias tem a sua versão!

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Batom Frosted Look Lipstick, KIKO

Kiko Frosted Lipstick

Comprei esse batom Frosted Look Lipstick, na cor Rossetto em uma loja da Kiko Makeup Milano em Turim, na viagem à Itália, porque… Bem. Porque sim! Haha. Eu sonho com um Chubby Stick da Clinique, mas não tenho coragem de pagar R$89, nem US$20, como custa por aqui, então vou comprando o que eu acho que parecido e baratinho! Eu sei que seria mais fácil e até mais barato comprar a coisa original de uma vez por todas. Mas eu sou “mão de vaca”… #shameonme

Infelizmente o batom, que era de uma linha temporária, já não está mais no site da marca, então não pude pegar a descrição…

Para variar, comprei no tom mais “boca” que me mostraram. Na pele, ele fica bem rosado, mas na minha boca, ele fica quase o tom da minha boca! Confere abaixo:

Kiko Frosted Lipstick Rossetto | NND

As fotos seguintes são dos lábios sem e com o batom:

Kiko Frosted Lipstick.045Kiko Frosted Lipstick.046

O que eu achei chato é que ele não é muito confortável nos lábios. Ele fica um pouco seco demais e marca as linhas dos lábios, as quais eu tenho várias! Além disso, ele não dura muito tem, então a fixação é bem baixa e deixa aquele aspecto um pouco “feio” na boca…

Kiko Frosted Lipstick after eating

Eu confesso que esperava mais da qualidade pelo preço que paguei, comparando a outros produtos da marca… Paguei €8,90, se não me engano, o que equivale a uns R$30. Por esse valor encontro produtos melhores por aqui…

:/

Mudando de assunto, vocês viram que a Sephora está de aniversário?
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Bom final de semana!

😉