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Corretivo Perfecting Concealer, Mary Kay

Sim, gente! Um produto! Hahahaha!

Há alguns dias não resisti e comprei alguns produtos da Mary Kay e o Corretivo Perfecting Concealer foi um deles. Eu precisava de um corretivo? Não. Tenho uns seis! Mas esse é “novo” e minha amiga maquiadora, Carla, adentrou no mundo Mary Kay e tinha uns produtos dando sopa… Bem. Eu não sou de ferro! Haha!

Como já mostrei por aqui, eu não uso quase nada de maquiagem, mas de vez em quando rola um tempo e a gente dá uma treinada para não perder a mão (ao menos não por completo >.<).

Esse corretivo entrou em linha há algum tempo no lugar dos corretivos clássicos, dos quais só ficou o famoso Corretivo Yellow. O valor regular de venda é de R$ 59,90, o que é bastante mais alto do que os corretivos anteriores. No entanto, essa fórmula traz benefícios que os demais não tinham, além de um aplicador mais prático e uma embalagem mais elegante. São sete cores disponíveis, sendo seis tons de pele e a cor pêssego, indicada para correção de olheiras. No entanto, o site não apresentou essa cor dentre as opções de compra.

Segundo a marca:

O Corretivo Perfecting Concealer Mary Kay cobre manchas, vermelhidão e esconde imperfeições garantindo a pele perfeita que você procura! Com uma embalagem moderna que possui uma janela de visualização de cor ficou muito mais fácil você identificar a cor do seu corretivo: Pêssego para neutralizar olheiras, sua cor de pele para cobrir espinhas e manchas e outros tons mais claros ou mais escuros para iluminar e contornar, criando diversos efeitos no seu rosto. Sua fórmula leve, não comedogênico e à prova d’água, espalha-se com facilidade, seca rapidamente e garante cobertura duradoura. E além disso, também possui antioxidantes que ajudam a proteger a pele contra danos de radicais livres.

O Corretivo Perfecting Concealer Mary Kay possui um aplicador preciso e textura ideal para ser espalhada com facilidade. Com o aplicador da embalagem deposite de um a três pontos do corretivo na área desejada e espalhe gentilmente com a ponta dos dedos, com o Pincel para Corretivo ou com a Esponja Cosmética. Confira as dicas abaixo de uso do corretivo que possui várias utilidades!

Ainda, no site da marca você encontra dicas de aplicação para diferentes efeitos.

Minha cor é a Light Beige, indicada para quem utilizava a cor Beige 1 do corretivo “antigo”.

Não poderei falar de todos os pontos do produto, pois só utilizo para cobrir olheiras.
Diferente do que indica a marca, eu coloco muitos pontos de corretivo, como mostra a imagem abaixo. 😛

[Se você é nova por aqui e não conhece a história das minhas sobrancelhas, clique aqui!]

Achei a textura de uma cremosidade bem consistente, mais consistente que os corretivos clássicos da marca. Espalho dando batidinhas com os dedos e cubro, inclusive, a pálpebra. É importante dizer que quando a marca diz que ele seca rápido, ela não mente! Só no tempo que demorei para tirar a foto do “durante”, ele já ficou mais sequinho. O mesmo acontece com os corretivos da fórmula anterior.
Achei a cobertura de média a alta, mas não tentei construir camadas.
Abaixo, a imagem do “antes e depois” (Clique na imagem para visualizar em tamanho completo).

Notei que, comparado ao corretivo “antigo”, Beige 1, o Light Beige é mais amarelado. Isso não me incomoda porque ajuda no disfarce das minhas olheiras, porém, não me dá o mesmo efeito com leve iluminado que eu obtenho com Beige 1.

Também, depois de aplicado ele dá uma leve acumulada na pálpebra e não “segura” bem a oleosidade local. Abaixo é possível notar o brilho da pálpebra antes do corretivo estar selado com pó facial.

Depois de selado, notei uma maior evidência nas linhas abaixo dos olhos (envelheci uns cinco anos depois de mãe…). Mas além disso, não houve acúmulo de produto e ele ficou bem sequinho.

Fazia calor no dia das fotos e me mantive maquiada por seis horas. Nesse período não notei nenhuma mudança no corretivo. É importante dizer que não apliquei base, apenas pó, por cima do corretivo; Mas apliquei primer por baixo. Abaixo, segue a imagem do corretivo após seis horas de aplicação. Como dizem por aí: “Achei digno!”. Na verdade, achei ótimo! Não só tudo se manteve em seu devido lugar, como por milagre, minha máscara de cílios não borrou! Sempre, SEMPRE borra se não aplico máscara à prova d’água. Dessa vez, apliquei uma máscara “normal” e disse pro marido: “Me avisa se borrar em baixo do olho!”. Hehe. Lá pelas tantas ele lembrou de me dizer que estava “tudo ok!”. 😀
Também, na pálpebra, achei um bom resultado, pois as sombras e delineado permaneceram no lugar.

Na possibilidade de estar falando besteira, eu compararia esse corretivo ao Pro Longwear, da MAC. Não posso afirmar com certeza pois eu mesma não o possuo, uso raramente quando, em visita, ataco as maquiagens da minha mãe… Mas, se for mesmo bastante parecido, seria uma ótima opção pelo preço. Mas para falar a verdade, a versão anterior, em bisnaga, já era ótima e o preço melhor ainda. Não sei o que levou à Mary Kay a trocar a linha de corretivos, mas, já que o fez, estamos aí para testar! 😛

😉

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Livro Resumido: Crianças Francesas Não Fazem Manha

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Há alguns meses, por necessidade, eu li o livro Crianças Francesas não Fazem Manha. Juntamente com a sua seqüência, Crianças Francesas Dia a Dia,  achei muito interessante. Não só isso, mas gostaria MUITO de ter lido antes, ainda na gravidez.

É engraçado porque ouvi falar maravilhas sobre ele, mas, na verdade, os ensinamentos parecem ser muito óbveos, instintivos… Ainda assim, é revelador. Hehe.
Por isso, resolvi separar os pontos principais, de maneira suscinta,  para você que não tem tempo de ler o livro todo, porque… Como eu, tem um bebê ou criança para cuidar. Hehe.

A idéia principal do livro é BEBÊS SÃO CAPAZES DE ENTENDER DESDE CEDO O MUNDO AO SEU REDOR. Essa idéia é baseada, principalmente, na experiência de Françoise Dolto (1908-1988), pediatra e “psiquiatra” francesa que trabalhou com crianças.

Sem rodeios, vamos aos pontos observados no livro, lembrando que se baseiam na realidade parisiense e em estudos comportamentais…

  1. Fazer uma pausa de alguns minutos antes de atender o bebê recém-nascido (até 4 meses).
    “Deixar o bebê chorar por dois minutos é melhor do que deixá-lo chorar por vários minutos mais tarde, caso precise usar alguma técnica para ensiná-lo a dormir.”


    Verdade. Assim é mais fácil, inclusive, de descobrir o porquê a criança está chorando. Eu, por exemplo, tenho vergonha de admitir que nunca reconheci os diferentes choros da Stella. Sempre pulei em cima dela quando ela abria a boca e, gente, essa guria sempre teve uma goela… Mesmo tentando a técnica mais branda de “ensinar a dormir” foi um evento traumático para mim.

  2. Independência gera independência e vice-versa.
    Bebê que brinca sozinho, dorme sozinho.
  3. Bebês necessitam comer tanto quanto adultos. Logo, os horários mais adequados de alimentar o bebê são os mesmos horários nos quais os pais se alimentam (8h, 12h, 16h e 20h).
  4. Fazer o bebê esperar o ensina paciência e gera adultos mais calmos e fortes.
    “Paciência e autocontrole permitem maior imersão nas atividades e, com isso, uma melhor experiência.” 
  5. A chave da paciência é a auto distração.
    A auto distração é algo que a criança aprende sozinha quando precisa esperar. Assim, é dever doa pais permitir que ela possa aprender sozinha, dando-lhe “tempo”.


    Gente, eu tenho uma criança MUITO impaciente que sempre dependeu muito de mim para se distrair. Desde que passei a fazer ela esperar, ou “se frustrar” um pouco, ela passou a se distrair sozinha por um pouco mais de tempo, mas não ficou mais paciente :P.

  6. Não interromper uma criança que está bem sozinha é crucial para que ela entenda que é possível ser feliz sozinha (ficar bem sozinha).
  7. Aprenda a observar quando o bebê precisa e QUER a presença da mãe.
    Não adianta se meter quando não precisa, mas não estar lá quando a criança quer.
  8. Ter limites estabelecidos torna, a longo prazo, as crianças mais “felizes”.
    Onde não há limites, ou em lares que os pais cedem, sempre há choro, frustração e escândalos.
    Aqui em casa, se não ceder tem choro e escândalos também! >.<
  9. Lidar com frustrações é uma habilidade essencial. Não ensinar, é negligência.
    DICA: Ao dizer noã, explicando a razã,o e passar por uma birra, calmamente abrace a criança (se ela aceitar) e conte uma história da sua vida que se relacione com a situação. Crianças adoram saber da vida dos pais.
  10. Introduzir pequenas frustrações entre 3-6 meses de idade ajuda na fase de birras que tem início ao redor dos 2 anos.
    “Ouvir NÃO resgata a criança da tirania de seus próprios desejos.”
  11. O fato de seu filho sentir raiva de você por estar impondo limites não significa que você está criando ele mal.
    Se você não limita seu filho, deixa essa tarefa para ele, o que pode gerar ansiedade na criança, principalmente se ela não sabe como fazer.
  12. O bebê deve se adequar à família e não a família a ele.
    Normalmente a partir dos três meses, ele já é capaz de entrar no ritmo da família.


    Eu entrei no ritmo da Stella, com certeza. Mas acredito que isso aconteceu mais porquê eu “podia”, pois não tinha que manter uma rotina diária fora de casa.

  13. As crianças devem explorar, despertar e descobrir naturalmente suas habilidades sem que os pais as forcem.
    Tudo tem seu tempo certo. Atividades para crianças não devem ter uma “função”específica, ou seja, não deve haver certo ou errado. Cada criança tem seu tempo , então não há necessidade de ensinar seu filho a ler com três anos se ele não mostra interesse algum nisso.
  14. Seja rigoroso no que precisa e flexível no que pode.
    Mantenha rigor com horários de comer, dormir e ver TV, mas ter flexibilidade com atividades, por exemplo.
  15. As crianças devem ser incluídas.
    Elas sentem o que se passa ao redor, logo, se não falamos a verdade elas se sentem confusas.
  16. Para as crianças, tudo tem uma razão.
    A birra acontece por uma razão. A criança não sabe explicar qual, mas ela não surge do nada.
  17. Ao dizer NÃO ou fazer a criança esperar, explique.
    Palavras como direitos e deveres podem ser introduzidas desde cedo. Assim, é possível dar à criança a noção que ela não tem o direito de bater na mamãe, por exemplo.
  18. Ser mãe e ser mulher são tarefas igualmente importantes.


    Essas duas tarefas são, talvez, as mais difíceis de conciliar nos primeiros anos da maternidade.

  19. Seu filho é importante, mas seu relacionamento também é.
    Sacrificar a relação é um alto preço a pagar para ter um filho. Em tese, o filho vem para aumentar a felicidade do casal, não para acabar com ela.
  20. Estabelecer um horário fixo e plausível para o bebê dormir é essencial para que o casal tenha tempo para si e para serem um casal.
  21. Existe uma razão para o ditado “Mãe é mãe e pai é pai.”
    Homens e mulheres executam uma mesma tarefa de maneiras diferentes. Respeitar essas diferenças é saudável para o casal e benéfico para o bebê.


    Fato. Homens e mulheres vêem o mundo de forma diferente. Exigir que o pai faça uma dada atividade exatamente como a mãe é um problema clássico de pais de primeira viagem. Ambos se frustram.

  22. Abrir mão do controle é uma maneira de ter mais tempo para si mesma e seu relacionamento.
  23. Não existe “paladar de criança”.
    Crianças devem ser expostas à todos os gostos. Caso ela rejeite a comida, tente novamente em outra ocasião, de outra forma, etc. Muitas vezes o “gosto”é apenas uma questão de se acostumar com o alimento.

Não concordo com todas as idéias do livro, mas admito que me abriu a mente para algumas idéias. Espero que possa ajudar você também!

🙂

Enxoval de Bebê: o que “tem que ter”?

Confesso que esse não foi o título que eu havia pensado para fazer uma postagem desse assunto tão amado, o enxoval do bebê. Minha primeira idéia foi: “A Falácia do Enxoval de Bebê”, mas achei que seria muito polêmico. Hehe.

Quando estava grávida da minha filha, eu era a LOUCA do enxoval. Eu juntei diversas listas, cruzava uma com a outra para ver o que tinha em uma e não na outra e fazia check list de quantas mantas e culotes ainda me faltavam, embora eu nunca nem tenha entendido o porquê chamar uma calça de culote… Como eu fui a primeira da minha “geração” a ter bebê na família, e a primeira no círculo de amigos, eu não tinha pra onde correr senão a nossa amiga INTERNET. Alguns exemplos dessas listas mágicas você encontra aqui e aqui.

Quando já estava tudo pronto eu não só tinha TODAS as fraldas M que os cálculos online diziam que eu necessitaria (outro erro de principiante…), mas eu tinha também os números mágicos de todas as peças de roupa e acessórios de bebê para até três meses. Pois bem. Deixe-me contar-lhes o que realmente aconteceu…

(Pode pular para o final, pois lá tem um resumo do que realmente importa…)

Minha filha nasceu em fim de janeiro, MAS, todos os lugares do mundo diziam que eu iria usar body de manga longa e calça com pés porque o bebê é sensível e o ambiente climatizado é muito frio para o bebê. A verdade é que os bebês não são seres extraterrestres e eles sentem a temperatura externa da mesma forma que os adultos. Devemos, apenas, vestí-los com uma camada de roupa a mais que a nossa, caso eles não sintam calor. Minha filha só ficou de roupa comprida enquanto estávamos no hospital. Assim que chegamos em casa, notei que ela logo suava com calça, mesmo com o ar ligado. A maior parte das fotos da Stella no primeiro mês são de body de manga curta (foto abaixo) e, talvez, manga longa. Para dormir, aí sim eu colocava tudo comprido e enrolava no tal cueiro (swaddle)  para fazer o charutinho, do qual ela sempre se desvencilhava. Até que finalmente comprei no Enjoei o SwaddleMe, aquele com velcro. Nunca consegui usar. Ela já estava com mais de mês quando comprei e daí quando acordava de madrugada berrava e parecia uma cobra no asfalto tentando liberar os braços…

Recém nascida

Outra “falácia” foi a tal da luva. Eu tinha três pares. Nunca usei! Nem no hospital colocaram luva na criança… O gorro, sim, esse foi usado na maternidade e novamente quatro meses depois, quando chegou o inverno.

Falando em inverno, nada melhor do que macacões para o inverno. Na verdade, nada melhor do que macacões para sempre! Logo no primeiro mês eu usei um macacão da Carter’s que tinha comprado no Enjoei e, bem, foi amor à primeira vestida. Ficava gigante nela, mas era uma graça e parecia muito gostoso de usar.Nessa época, resolvi procurar roupas da Carter’s e Child of Mine no Brasil e descobri que o site do Walmart vendia. Na época achei tudo muito caro e comprei pouca coisa, incluindo duas camisolas que eu amei pela praticidade e dois macacões de algodão (foto abaixo) que também foram usados até não poder mais! Com meu novo amor pela peça, saí, então, para comprar macacão nas lojas do bairro e acabei por comprar dois, mas a verdade é que quase não usei, pois só usava os da Carter’s.
Até os três meses dela eu tinha pouca coisa da Carter’s. Talvez umas sete peças… Mas uns amigos da minha mãe trouxeram uns macacões da Carter’s de presente para a Stella, de material atoalhado, para 3-6 meses.  PRONTO. Coloquei e não tirei mais! Eram três, e eram revezados com sabedoria.

macacaoalgodao
Foi tanto amor, que comprei outros dois, agora de fleece, no Ficou Pequeno (foto abaixo). Combinando com o da Child of Mine que ela já havia ganho quando nasceu, o inverno estava garantido. Na maioria das fotos do período ela estava de macacão de fleece. Além de ser quentinho, era tudo uma coisa só, então não tinha perigo de ela tirar a meia e de a calça subir até o joelho, como muito acontecia com as roupas comuns.

inverno

Olhando o site da Carter’s eu vi que existia um saco de dormir e quase surtei. Por sorte, achei um no mercado livre a um preço OK. A menina dormiu naquele saco todos os dias até os nove meses, quando não cabia mais (e começou a ficar calor). Como não existe saco de dormir maior da marca, comprei um saco de dormir da Casulo de Anjo, já com os pés para fora pois ela já caminhava e usou até poucos dias atrás. Ainda assim, sempre dormindo de macacão para assegurar que o pé não ficaria desprotegido. Isso fez com que eu tenha um edredon de berço INTACTO, na embalagem, até hoje…

[Quer saber a diferença entre Carter’s e Child of Mine? Clique aqui!]

Como muitas foram as contribuições para que a Stella tivesse muitas roupas da Carter’s, eu só fui necessitar de roupas novamente lá pelo um ano de idade, tanto que já falei em outro post da minha dificuldade de comprar nas confecções brasileiras. Então, descobri algumas marcas que gostei e descobri as promoções da Child of Mine no site do Walmart. Desde então, o básico eu compro de lá, juntando com as pessoas amadas que continuam colaborando para a Stella ser garota propaganda da Carter’s, Hehe.
Compro até hoje, os macacões, os bodies e as calças pelo site. E se eu tivesse APENAS comprado isso desde a gravidez, eu teria acertado desde o início.

Eu NUNCA enrolei a criança em cobertor, manta ou cueiro para sair de casa. NUNCA coloquei uma luva. Gorro ela só usou no inverno mesmo, e para sair eu colocava macacão com capuz, de fleece, da Carter’s (Ó, novidade!). No inverno mesmo, eu comprei um macacão para a neve (foto abaixo), praticamente. Foi uma compra absurdamente barato do Enjoei e nem precisei pagar frete pois a vendedora deixou a compra no trabalho da minha mãe, pois ela freqüentava o local. Algo que a gente até acha similar por aí, por cerca de R$150, eu paguei menos de R$50 num muito melhor. Foi maravilhoso! Ele era de três a seis meses, mas era tão grande, que eu colocava ela de roupa dentro do negócio e pronto. Estava bem protegida do frio. Como eu sempre usava macacão, não usava sapatos até ela começar a caminhar, mesmo. Não via necessidade… Foi uma bela economia!

neve

Agora, deixando as roupas um pouco de lado, as tais fraldas “Cremers”. Gente… Eu tenho várias, até hoje, nunca usadas. Ficam na gaveta na esperança de serem usadas para limpar boca e nariz, mas limpo tudo com lenços umedecidos para não machucar a criança, porque a fralda não é suuuuper macia. Ainda guardo na esperança dela precisar na escolinha.

E os babadores/babeiros? Eu tenho tantos babeiros naquela gaveta da cômoda que estão lá só para preencher espaço. Me deram babadores forrados de plástico, mas ô coisa que parece desconfortável, hein? Para a “babação” mesmo, eu usava os do tipo bandana e os da Child of Mine que são mais firmes porém parecem confortáveis. Eu trocava várias vezes ao dia, quando notava que já estava molhado. Já os babadores para a hora da comida, o melhor foi o de Neoprene. Uso até hoje, só mudou o modelo. Tenho vários dos clássicos, mas como escolhi deixar ela se alimentar sozinha, pois fiz um misto de BLW com papinha convencional, o modelo com bolso funcional fez o maior sucesso aqui. Digo “bolso funcional” pois tenho um que comprei na farmácia, de silicone, que o bolso fica fechado e a comida passa reto… Esses de Neoprene que tenho são da marca BUILT, a mesma que faz cases para compuradores, tablets e câmeras.

E a bolsa de bebê? Eu tive três. Sim. TRÊS. E hoje o que vocês acham que eu uso? A minha bolsa normal. Aquela, que eu usava antes de ser mãe! Como? Simples. Eu sou uma mãe em tempo integral. Minha filha fica comigo, sai de casa comigo e se eu saio sem ela, é porque alguém ficou em casa com ela, ou seja, ela ainda não vai para escola. Assim, tudo que sempre precisei levar foi o material para troca, um lanche, uma mamadeira ou copo de água (ela mama no peito), um brinquedo e… Só. O material de troca fica num necessaire com uma muda de roupa já junto; o lanche é algo pouco, como umas poucas bolachinhas ou um sachet de frutas PIC-ME; o brinquedo também não é lá muita coisa porque, na pior das hipóteses, tem o celular com YouTube. Antigamente, um mordedor servia… Para mim mesma só levo carteira, celular, creme de mãos e batom. Eu até tenho um necessaire de maquiagens no carro mas raramente utilizo. Logo, não precisa de muito!
No entanto, quando vou passar a tarde toda fora, ou o dia todo, levo uma mochila onde, normalmente, consigo colocar a lancheira dela dentro.

Mudando de “área” do enxoval, fronhas e travesseiro é piada pra mim. Eu tentei fazer a criança usar o travesseiro, mas como? Ela sempre se mexeu MUITO e nunca ficava com a cabeça no travesseiro. Dinheiro posto fora.
Kit de berço nunca comprei. Ainda bem! Além de haver relatos de acidentes com esses kits, eu sempre achei feio! Hehe. Hoje em dia existem opções mais seguras e mais confortáveis. Sem contar as opções de DIY que você pode adaptar.

Já, com relação à alguns utensílios, eu digo: termômetro de banheira é desnecessário. Usei termômetro de febre, digital, de R$ 10 para medir a temperatura da água. Nunca deu errado!
Chupetas e mamadeiras: não compre mais que uma. Seu filho pode não aceitar a chupeta (meu caso) e você pode nem precisar de mamadeira…

Enfim, deixe-me tentar RESUMIR e passar algumas considerações:

  1. O enxoval não deve ser baseado em uma lista mágica e nem deve ser seguido à risca, pois ele depende muito mais da personalidade da mãe do que do bebê em si. 
    Não adianta ter mil vestidos de princesa se você mesma acha que criança tem que se sujar. Ou ainda, roupinhas bonitinhas cheias de botões, e pins e strass que, PELAMORDEDEUS, é um terror de vestir. Tem cada roupa que dá vontade de bater na cara de quem fez e mais ainda na de quem deu de presente…
  2. Cueiros e fraldas de boca são, em maioria, superestimados.
    Em quantidade, só serão úteis se você for do tipo #aloka da sujeira, que coloca essas peças em todo lugar que o bebê for tocar, ou em quem for tocar no bebê; ou se seu bebê for do tipo que vomita muito e suja muito a roupa por vazamentos da fralda e tal. Aí será boa idéia ter ele sempre envolto em MAIS uma camada que proteja a sua roupa e a dele, no caso das fraldas e o vômito. Mas isso você só saberá depois que ele nascer, certo?
  3. Uma bolsa de bebê não precisa ser uma bolsa especial, cheia de bolsos e etc. 
    Se você não é o tipo de pessoa que sai por aí com mil tralhas, provavelmente não levará mil tralhas para o seu bebê (a menos que ele seja do tipo sujão, como mencionei acima).
  4. O macacão é a peça mais completa do vestuário infantil.
    Seja com pé, para o bebê menor ou para ficar em casa; seja sem pé, para andar na rua. Simplesmente é a peça mais prática que existe, na minha opinião.
    Eu não sei por quê não fazem macacão até o tamanho cinco, pois é o MELHOR pijama que existe para uma criança. Ainda bem que a Carter’s e a Child of Mine by Carter’s tem macacão até o tamanho cinco. É garantia de noites tranquilas com pés protegidos!
    Ah, e no verão também tem macacão, viu? AMO!
  5. Calças são importantes, mas bodies são indispensáveis. 
    Body é uma maravilha. Ele assegura que seu bebê não ficará com as costas de fora e ainda assegura que a fralda vai ficar no lugar certo (na maior parte do tempo). Além disso, se você aderir à idéia do macacão, vai precisar de bodies, mas não tanto de calças. Sem contar que, quando acidentes acontecem, muitas vezes sujam apenas o body, e não a calça ou macacão, assim, você precisa de mais bodies do que calças.
    BODY BRANCO É O MELHOR BODY QUE EXISTE. Ele combina com tudo e pode ser usado por baixo de tudo sem “destoar” ou deixar seu bebê parecendo um palhacinho.
  6. Meias nunca são demais.
    Se você usar macacão, vai usar meias. Se usar calças, vai usar meias. E elas somem. As máquinas de lavar e secar devem utilizar meias de bebê como oferenda aos deuses…
  7. Não compre várias peças RN.
    Alguns bebês nem chegam a usar o tamanho RN. Então, tenha algumas peças, mas não muitas. Roupa grande a gente consegue usar, mas pequena, não.
  8. Como você veste, enrola, aquece seu bebê no inverno depende mais do SEU estilo do que você imagina…
    Não adianta ter diversas mantas se seu bebê vai nascer no verão e/ou dormir na sua cama, por exemplo.
  9. Não saia correndo para comprar todas as fraldas de um dado tamanho.
    O site X tem uma calculadora de fraldas, mas ele não tem o seu bebê. Cada bebê é diferente, inclusive, no número de fraldas que usa por dia. As mães também são diferentes quanto a isso, pois umas deixam a fralda molhar menos, outras mais…
  10. Os “KITS”, também tidos como mágicos, como kit de higiene, dependerão mais do seu estilo (novamente…) do que a necessidade do seu bebê.
    Se você sabe que não vai ficar esquentando água para molhar o algodão, não se preocupe com a garrafa térmica. Há tempo rodou a internet um “caso contra os lenços umedecidos”. Lendo a matéria a fundo, era totalmente baseada na realidade americana e dizia respeito a químicos que não estão presentes na composição dos lencinhos que eu uso na minha casa, por exemplo… Então, cuidado para não se apavorar com coisas que nem fazem parte da sua realidade. Fique atenta!

Acho que é isso!

Além do site do Walmart com as roupas Child of Mine by Carter’s, eu indico muito o site da Tricae. Comprei roupas quando a Stella estava com 9 meses e desde então compro algumas peças e, principalmente, sapatos. Os tênis da marca própria da Tricae são muito bons. Comprei dois modelos larguinhos que ela usou muito. Também, eles fazem muitas promoções para quem compra em quantidade! Volta e meia eu aviso por aqui…

Pretendo fazer outros posts a respeito do enxoval “pesado”, como móveis e também dos itens para introdução alimentar (que até já tem postagem por aqui…).

😉


Esse post possui links de afiliação para a sua comodidade.

 

Enxoval de Bebê: Child of Mine by Carter’s em Promoção!

Passada rápida para dizer que (quase) todos os itens da Child of Mine estão em promoção no site do Walmart!

[Para ver uma comparação de peças da Carter’s versus Child of Mine, clique aqui!]

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Para quem não sabe, eu sou OBSECADA por macacões. Stella tem quase dois anos e ainda veste macacões, no mínimo, para dormir. Mês passado aproveitei a promoção do Walmart e comprei os macacões de inverno a R$54 cada. Eu achei um ótimo preço, considerando a qualidade. Minha surpresa em olhar o site hoje e ver que estão por apenas R$41 cada. Menos de CINQÜENTA REAIS cada macacão de microfleece. Estou me segurando para não comprar mais. Mas para esse inverno de 2017 eu comprei tantos que sobrou macacão…

O mais legal é que alguns macacões tem até tamanho 5 anos (5T), algo que raramente se encontra no Brasil. Só fiquem atentos porque a grande maioria diz ser 100% algodão, mas na verdade é microfleece. Preste atenção nos comentários que algumas vezes alguém já avisou…

Além dos macacões, tem vários conjuntos com um bom preço, viu? Os de bebê tem os tamanhos que eu entendo, mas alguns não consegui descobrir o tamanho por estar em P, M, G e GG, enquanto os tamanhos da Carter’s são dados em idade… Vou tentar entrar em contato com eles porque me interessei nos conjuntos!

Gente, tem conjunto de 3 bodies brancos de manga curta por R$23. É sério! E nem é Black Friday… Dá para fazer enxoval!!!

Tô indo aproveitar!

:***

Pincel Oval para Base, Marco Boni

Demorei, mas entrei na onda do pincel oval! 😀

Particularmente, achei besteira no início. Vi muita gente falando bem, mas via como apenas mais uma maneira de gastar dinheiro com algo que não se PRECISA de verdade…

Mas, minha mãe me deu esse pincel, então não tive desculpa para não usar! Hehe.

Eu não usei ele profissionalmente, uso para a minha própria maquiagem.

No início eu fazia movimentos circulares, como faço com o pincel tipo F80 da Sigma (flat top kabuki) e achava pouco prático pois demora mais por ser um pincel muito denso (detalhe do pincel em imagem abaixo). No entanto, um certo dia ao aplicar a base da Mary Kay sem meu mais amado pincel, acabei pegando o pincel da Marco Boni por ser o mais próximo e apenas espalhei a base como se ele fosse um pincel língua de gato.

MUDOU MINHA VIDA. Simples assim!

Foi uma aplicação rápida, homogênea e com efeito muito bonito.

Desde então, utilizo ele com frequência e, inclusive, para aplicar corretivo.

O pincel não é grande, como mostra a imagem abaixo, mas é bastante denso. Esse em particular é o número 4. Embora eu não tenha conseguido achar esses pincéis no site da Marco Boni, vi que o número 6 também pode ser utilizado para aplicar base.

O preço médio fica em torno de R$ 35.

Como disse, no início ele não me chamou NENHUMA atenção, mas imagino que tenha sido mesmo por uma questão de conhecer a melhor maneira desse pincel funcionar para mim.

Eu não experimentei os demais pincéis da linha, mas recomendo esse pincel número 4. Minha mãe tem também o pincel de corretivo/sombra e vou tentar experimentar. Mas esse também não me chama nenhuma atenção! Hehe.

Alguém mais curte esse tipo de pincel?

🙂

BB Cream Camera Ready, Smashbox

Há tempos comprei na Sephora um kit de miniaturas da Smashbox para conhecer a marca e, principalmente, o BB Cream Camera Ready FPS 35

Confesso que não sei se me desacostumei com BB Creams, pois realmente tenho usado mais bases quando “preciso”, ou o BB Blur Effaclar, da La Roche-Posay (ainda!) quando a saída é rápida. Mas, a verdade, é que não curti esse produto.

Segundo a marca, o produto é:
Fórmula 5 em 1 para conseguir um acabamento perfeito para pele.
Minimiza a oleosidade sem aspecto carregado e ressecado. Sua fórmula com 5 tonalidades uniformizam o tom de pele para um resultado perfeito. Melhora a hidratação da pele em apenas 4 semanas, além da proteção do SPF 35 que defende a pele contra raios UVA/ UVB.
Use sozinho ou sob sua base favorita para criar uma superfície suave.

BB Cream Camera Ready tem uma cobertura bastante completa, textura bem cremosa e espessa. No entanto, eu senti que ele não seca por completo na minha pele.

Na verdade, tem várias coisas que me incomodam nele…

Aplicação: com pincel parece que simplesmente não dá certo. Ele perde a cobertura, marca os poros perto do nariz e parece que fica mais no pincel do que na minha pele. Já com os dedos, ele fica uma camada bastante espessa e parece não secar completamente por um bom tempo. O produto indica que seja utilizado sozinho ou antes da base para uma maior cobertura.
Minha cor, entre as cinco disponíveis, é a LIGHT.

Textura: como eu mencionei, a textura é cremosa e espessa, e eu sinto isso ao aplicar e também quando ele já está na pele. Fica aquela coisinha chata de o cabelo ficar grudando na pele, sabe?

Durabilidade: minha pele é mista e, embora eu tenha visto as resenhas no site da Sephora dizendo ser ótimo para pele oleosa, ele simplesmente não dura. Em um dia agradável, quatro horas depois eu já não tinha produto na zona T e em UMA das olheiras – eu devo ter mexido mais num dos olhos, né? Haha. Por ser um BB cream e não ser verão, eu não aplico pó para selar o produto. Na verdade, eu raramente aplico pó para selar BB Cream porque acho que perde um pouco da praticidade do produto. Se é para fazer vários passos em uma maquiagem, bem, então eu aplico logo uma base!

Fiquei um tanto chateada porque eu tinha uma expectativa alta desse produto. Mas fiquei mais chateada ainda porque fiquei com uma sensação de não poder confiar nas resenhas do site da Sephora, sabe? Não tem resenha negativa e isso acho suspeito, porque o valor do produto é R$ 199 e, amiga, se eu tivesse pago esse valor num produto que não está adequado para mim, eu ia reclamar muito na resenha! Hahahaha.

A parte boa é que faz parte de um kit e os outros produtos não me deixaram chateada. Espero conseguir uma folguinha como essa para mostrar eles por aqui… :~