Gravidez: Descobrindo o Sexo do Bebê

Série Gravidez.002

Sim! O mundo é das mulheres e estou fazendo a minha parte trazendo mais uma delas ao mundo! Haha!

Com 13 semanas eu fiz a ecografia morfológica e o médico disse: “É uma menina”. Gente… Eu fiquei em choque. C-H-O-Q-U-E! Eu tinha certeza que seria um menino. Pedro é o nome do filho que eu teria após minha primeira gravidez ser de uma menina (sim, sempre soube que a primeira seria menina…) e esse é o único nome masculino que tenho na cabeça de 2005. Logo, quando o médico disse “menina” eu não acreditei, até porque eu já havia comprado uma roupinha de menino (quem lembra do macacão LITTLE BROTHER que postei no Instagram?). Na verdade, eu não soube lidar com o fato da minha intuição estar enganada. Assim, eu ignorei o médico e segui a vida, mas já pensando em nomes femininos, os quais não foram meu forte na primeira gravidez e também não seriam nessa segunda.

Na consulta de 17 semanas fizemos nova eco e… MENINA. Ok. Aceitei o fato! Não só aceitei como me dei conta de que coisa maravilhosa seria ter outra menina. Primeiro porque eu já sei como é ser mãe de menina; segundo porque minha filha teria uma amiga para a vida toda (vamos fingir que elas não vão brigar, ok?!); e terceiro porque eu já tenho um monte de roupas e sapatos e brinquedos e acessórios e carrinho e UHUUUUL!!!! Super economia!
A economia só não será maior porque a Victoria (fala-se Vitória mesmo, tá?!) nasce no inverno, o que significa que as roupas terão de ser renovadas, uma vez que as da Stella são de estações trocadas. Além disso, como eu tinha certeza que teria um menino depois da Stella, muitas das roupas de bebê até 18 meses eu doei para as outras meninas da família, ou vendi para brechós para comprar roupas novas. Os 3Rs funcionam por aqui! Maaaaas, quando eu estava para vender os macacões de 18 meses de inverno da Carter’s, minha mãe disse: “E se teu próximo filho for uma menina? É melhor tu aguardar mais um pouco antes de vender…”. Sabedoria de mãe, né, gente!? Hehehe.

A escolha do nome foi uma pequena novela. Precisei apelar para metodologias empregadas por outras amigas, porque meu marido e eu não concordávamos em nome algum. Então minha amiga disse: “Cada um de vocês escreve 10 nomes em um papel e vão, um a um, riscando o nome da lista do outro até sobrar três nomes de cada lado.” E foi o que fizemos. Quando chegamos nesse ponto, eu olhei para um dos nomes da lista dele e disse: OK! Mas como eu escolhi o nome da Stella na escrita em latin para “facilitar” a vida dela ao redor do globo, pensei o mesmo para a Victoria. Assim como seguidamente chamam a Stella de “Estela” e eu não corrijo, Victoria também vai ser chamada de Vitória e segue a vida, sem problemas.

Eu pensei em nomes mais óbvios, como Luna, Lúcia ou Clara, afinal, já tem uma estrela, então vamos seguir pelo mesmo tema :). Mas, achei também que Victoria seria um nome tão forte quanto Stella e assim não ia ter adolescente em crise dizendo “Por que o nome dela tem um significado mais legal que o meu?”. Sabe adolescente, né? Bem assim…

Resumindo: Stella terá uma irmã chamada Victoria.

🙂

 

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