Compras na Fronteira: Rivera, Uruguai, em tempos de dólar a R$4

Dando uma olhada em coisas de bebês “no lado de lá” da fronteira, notei o absurdo dos preços para nós, pobres brasileiros, nesse momento de cotação absurda. O preço em dólar continua o mesmo, ou até menor, mas a cotação deixa alguns produtos impraticáveis e até mais baratos de comprar aqui mesmo na República das Bananas. Stellinha não ganhará produtos Chicco e Carter’s de mamãe se o dólar continuar assim, e sabemos que vai!

Resolvi então atualizar o preço daqueles mesmos produtos (ou quase!) selecionados no primeiro post sobre Compras na Fronteira, de dezembro passado.

Compras na Fronteira em tempos de dólar a R$4.063

Comparando com o post anterior, é possível notar que o preço em si não é muito diferente, mas a dor no bolso é outra!

Eu pesquiso os freeshops turísticos, ou seja, onde turistas fazem compras e não a galera que compra para revenda (embora proibido pela legislação brasileira…), pois esses tem os produtos mais “luxuosos”, o que mais nos interessa. A maioria desses freeshops estão com a cotação menor do que o mercado, ou seja, US$1 = R$3,90. Um que outro ainda está mais baixo, como R$3,80. Mas antes de reclamar da ganância do dono do freeshop, entenda que eles refletem apenas o cenário econômico vigente. A razão de poderem praticar a cotação (sempre baseado no dólar comercial) um pouco abaixo é devido ao fato de seu estoque ter sido comprado no momento do dólar naquele valor. Mas isso eles só fazem em tempos de crise, no restante do “ano” o dólar acompanha a flutuação.

Dou destaque para o Barão Freeshop que está liquidando estoque e tem vários artigos, de pouco interesse, é verdade, a uma cotação de US$1 = R$2. Isso vale para alguns vinhos e outras coisas que não me chamaram a atenção e principalmente condicionadores de ar. Aí vale a pena! Tem condicionador de ar de 12.000 BTUs de boas marcas congelados a R$789. Isso, no momento que eles fazem a “reconversão” (dólar-real-dólar), sai por um valor abaixo da cota estipulada pela Receita Federal e você não precisa nem pagar imposto. Para quem mora por perto, vale a pena vir só pra isso.

No entanto, eu não vejo vantagem em andar 500km para comprar batom, base e shampoo. Principalmente porque são poucos os produtos que estão com valores realmente abaixo do mercado brasileiro.

Por exemplo, comparando com preços na Sephora:
Esmalte OPI = R$46 (+R$5)
Batom MAC = R$69 (-R$9)
Base ColorStay Revlon = R$87 (+R$28)
Base Superbalance Clinique = R$ 159 (+R$46)
Perfume 212 CH Femme = R$319 (+R$58)

Considerando que pode-se parcelar, ganhar brinde e receber em casa com frete grátis, com certeza vale a pena comprar online e não se jogar para fazer compras na fronteira…

Momento maternidade: tem um óleo da Clarins, o Huile “Tonic” que já ouvi fazer maravilhas pela pele na questão de estrias na gravidez. A Lu Ferreira, do Chata de Galocha, ama ele mas disse ser caro. Quando um blogueira famosa acha algo caro é porque deve ser uma fortuna né? Saí, então, então para procurar aqui e vi que custa US$70. Se imagirnamos um cenário de dólar a R$2, como era quando me mudei para cá, R$140 por milagres em potinhos eu pagaria, mas hoje o “santo” óleo sai por R$273, o que é mais caro que a Sephora, inclusive. Fala sério…  

>.<

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